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    • Muhammad Chukri Antigona. 2021 2021 | 9789726083849 | 208 pp. «Ergui a cabeça para o céu. É mais nu que a terra.» Quando a fome grassa no Rife, uma família parte para Tânger em busca de uma vida melhor. Nas noites passadas ao relento, nos becos da cidade, o pequeno Muhammad, orgulhoso e insolente, descobre a injustiça e a compaixão, a tirania da autoridade, a loucura labiríntica da miséria, o consolo das drogas, do sexo e do álcool. E é na prisão que um companheiro lhe desvenda as maravilhas da leitura, mudando para sempre a sua vida. Estreia do autor em Portugal, em tradução directa do árabe, «Verdadeiro documento do desespero humano» (Tennessee Williams), obra de culto proibida até recentemente nos países árabes por tocar em tabus da sociedade magrebina, este avassalador romance autobiográfico consagrou o autor e continua a iluminar o caminho de várias gerações de renegados marroquinos.
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    • Michel Houllebecq Alfaguara 2021 | 9789897842078 | 384 Literatura, religião, fé, arte, filosofia, feminismo, conservadorismo, amor neste volume de textos, Michel Houellebecq regressa aos temas que sempre lhe interessaram, para dar a conhecer os pontos de vista que o têm celebrizado: frequentemente polémicos, quase sempre provocadores, sempre estimulantes. Neste primeiro livro de opinião publicado em Portugal onde encontramos o escritor a fazer um elogio a Trump ou numa conversa íntima com um amigo escritor, a defender o conservadorismo moderado ou a exaltar a literatura e o amor, temos um Michel Houellebecq mais directo, mais despido do filtro da ficção, sempre fascinante. Vemos um homem que calha ser um dos escritores mais relevantes do presente de pensamento absolutamente livre, impossível de definir com rótulos simplistas, um analista implacável daquilo a que chama a comunidade humana.
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    • David Diop Relógio d`Água 2021 | 9789897831638 | 128 PP. Numa manhã da Primeira Guerra Mundial, o capitão Armand comanda o ataque contra o inimigo alemão. Os soldados avançam. Entre eles estão Alfa Ndiaye e Mademba Diop, dois atiradores senegaleses que combatem sob a bandeira francesa. Alguns metros à frente da trincheira de onde saiu, Mademba Diop cai ferido de morte sob o olhar de Alfa, seu amigo de infância e mais do que irmão. Alfa vê-se sozinho no meio do caos do grande massacre das trincheiras, e a sua mente é abalada. Ele, ainda há pouco um camponês africano, vai distribuir a morte numa terra desconhecida. Espalha a violência e semeia o terror, a ponto de amedrontar os próprios camaradas. Deslocado para a Retaguarda, recorda o seu passado em África, um mundo ao mesmo tempo perdido e ressuscitado, cuja evocação é, só por si, um ato de resistência à primeira grande carnificina da era moderna.
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    • Ray Bradbury e Tim Hamilton Relógio d`Água 2021 | 9789897830723 | 168 PP. Fahrenheit 451 é a adaptação da clássica distopia de Ray Bradbury a romance gráfico, pela mão de Tim Hamilton. A história é a que conhecemos: Guy Montag é bombeiro, numa sociedade em que os bombeiros estão encarregados de destruir pelo fogo a mais ilegal das comodidades, os livros, bem como as casas que os albergam. As ilustrações de Hamilton dão uma energia electrizante ao clássico de Bradbury, que autorizou e prefaciou esta adaptação.
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    • Filipe Melo e Juan Cavia Companhia das Letras 2021 | 9789897842825 | 320 PP. A vida de Julien Dubois, pianista de sucesso, confunde-se com a história da Europa do século XX. Desencantado e misantropo, vive a reforma numa velha mansão, com um gato e uma governanta por companhia. Um dia, é visitado por uma jovem jornalista que o incita a contar a sua verdadeira história. Nas paredes da casa, saturadas de fumo de cigarro e de velhas memórias, ressoa a confissão de uma vida feita de rivalidade, desamor e arrependimento. Balada para Sophie é uma deslumbrante novela gráfica de uma das duplas mais consagradas da Banda Desenhada em Portugal.
  • As Crónicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e  o Guarda-Roupa (n.º 2) Quick View
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    • C.S. Lewis Ed. Presença 2021 | 9789722367226 | 168 pp. Publicado em 1950, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é o segundo volume de uma das séries mais adoradas por várias gerações. A aventura começa durante a Segunda Guerra Mundial, quando Peter, Lucy, Edmund e Susan são obrigados a sair de Londres e a instalar-se numa pequena cidade em Inglaterra, na casa de um professor solteirão. Enquanto exploram a mansão, Lucy descobre uma passagem secreta muito especial no guarda-roupa do velho professor. Uma passagem que dá acesso a um mundo refém de um perpétuo inverno, por causa da magia da Feiticeira Branca. Tudo parece perdido, mas alguns ainda esperam e sonham com o regresso de Aslan, o criador solar das terras de Nárnia.
  • As Crónicas de Nárnia – O Sobrinho do Mágico (n.º 1) Quick View
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    • C.S. Lewis Ed. Presença 2021 | 9789722367219 | 184 pp. Escrito em 1955 por C. S. Lewis, este é o primeiro de sete volumes que compõem As Crónicas de Nárnia, um clássico da literatura juvenil. Há muitos anos, num frio e chuvoso verão em Londres, Digory e Polly conhecem-se e tornam-se amigos. Juntos, vão viver fantásticas aventuras. Tudo começa quando o tio de Digory, um mágico malvado, os manda repentinamente… para outro mundo. É então que encontram o caminho para Nárnia, um mundo encantado repleto de sol radiante, animais falantes, flores e árvores que crescem miraculosamente, criado através da canção do Leão. Inesquecível, este é o livro que nos mostra como tudo começou, fazendo-nos viajar até ao momento do glorioso nascimento de Nárnia.
  • Integrado Marginal – Biografia de José Cardoso Pires Quick View
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    • Bruno Vieira Amaral Ed. Contraponto 2021 | 9789896661816 | 600 pp. Notívago, boémio, brigão. Receoso de que a imagem pública lhe ensombrasse os méritos literários. Crítico do marialvismo. Acusado de ser marialva. Bem relacionado. Obcecado com a própria independência. O maior escritor da segunda metade do século XX. Um escritor datado e sem a mesma projeção internacional de um Lobo Antunes ou de um Saramago. Um espírito insubmisso. Um casamento duradouro. A convicção e a crença no próprio trabalho. Momentos de dúvida e angústia. Neste livro, vive um homem cuja personaldade foi formada no antagonismo. E um espírito que, apesar de amarrado a diversos ódios (ao campo, ao regime, à pequena burguesia da qual era originário, à literatura sentimental e demagógica, à polícia, à Igreja), nunca desistiu de Portugal e de ser escritor. Da influência inicial da literatura anglo-saxónica, passando pela necessidade de encontrar uma "sintaxe citadina", ou pela importância de incorporar a experiência na criação literária sem cair no sentimentalismo ou…
  • Cartografias de Lugares mal situados Quick View
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    • Ana Margarida Carvalho Relógio d`Água 2021 | 9789897831584 | 120 pp. Os cenários de guerra são, por definição, lugares mal situados. Neles, as emoções são intensificadas, a generosidade, a compaixão, mas sobretudo a raiva, o medo, a crueldade e a bruteza. Nestes contos, Ana Margarida de Carvalho percorre alguns desses lugares, desde uma povoação de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, passando por uma biblioteca não nomeada, centro de operações da resistência, onde os livros servem para tudo menos para ler, até um lugar incerto onde há mulheres cercadas por snipers, as vozes são proibidas e o silêncio parece interminável.
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    • Jan Morris Tinta da China 2021 | 9789896716172 | 264 pp. Escreveu-o em 2001 e anunciou-o como aquilo que haveria de ser, apesar de só em 2020 termos perdido Jan Morris: o seu último livro de viagens. E logo dedicado a Trieste, cidade que, longe de ser a mais entusiasmante que esta intrépida viajante conheceu, foi aquela que a escritora viu como «uma descrição de mim própria». Uma cidade sempre à procura de si, sempre a reinventar-se, existencialista, pragmática, diversa e, apesar de existir sem grandes monumentos, bem resolvida e alegre, a que Jan Morris voltou várias vezes ao longo da sua vida, para só tardiamente reunir num único livro todas as impressões lhe ficaram. «Em certo sentido, Trieste é uma súmula de todas as viagens de Jan Morris: aqui, ‘sinto que este porto de mar opaco que povoa as minhas visões, tão cheio de doce melancolia, ilustra não somente as minhas emoções adolescentes do passado como também os meus interesses de…
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    • Jordan Scott e Sydney Smith Fábula 2021 | 9789895645428 | 44 pp. E se, sempre que tentasses falar, as palavras ficassem encravadas no fundo da tua boca? Baseado na sua própria experiência, o poeta Jordan Scott descreve, neste livro inspirador, a história de um menino que gagueja. «Quando as palavras que me cercam são difíceis de dizer, penso no rio indomável.» Sydney Smith, consagrado ilustrador canadiano, vencedor da Medalha Kate Greenaway, entre outros prémios de grande prestígio, e autor de Ser Pequeno na Cidade, ilustrou magistralmente este texto poderoso e intimista. Livro intimista e poético, em que o autor conta a sua própria história, com ilustrações expressivas que acrescentam informação, como uma dupla narrativa. História comovente que aborda a questão da gaguez e todas as suas implicações emocionais, mas que termina com um final de superação.  Um livro para quem se sente diferente, solitário ou incapaz de se integrar.
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    • Christian Bruel e Anne Bozellec Orfeu Mini 2021 || 9789899071018 | 56 pp. Diz-me, minha querida, porque não és como toda a gente? Eu não sou como toda a gente, mamã. Eu sou a Júlia! A Júlia não tem modos. A Júlia não é fácil. Uma verdadeira maria-rapaz, queixam-se os pais. Certa manhã, descobre que tem sombra de menino, mas quem acredita nela? Gentil Júlia, para ser amada deve portar-se como as outras meninas. Gentil Júlia, já não sabe quem é. De rótulos não precisa, mas tão-somente de um abraço. Um álbum original de 1976, provocante, revolucionário e actual, que nos convida a ver pessoas e não estereótipos.
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    • André Coelho Bestiário | 2021 Um álbum gráfico, a preto e branco, onde André Coelho nos deixa antever uma abstracta narrativa em que edifícios, paisagens e corpos aguentam a sua  perene sobrevivência de teor distópico e pós-humano. Dito de outra maneira: traço e deslembramento, poética da memória. Capa Dura 215 x 320 x 16 mm 176 pp.
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    • 2021 | 9786120011614 | 160 pp. Autores: Mariana Rezende Pinto, Carolina Ferreira Baptista, Margarida Ferra, Miguel Szymanski, Yara Monteiro A Mamute é uma revista de ensaios criativos e pessoais em formato longo. Será sempre esse o fio condutor a ligar textos tão diferentes entre si. No segundo número, fala-se de sotaques e como eles influenciam a ideia que os outros fazem de nós; aborda-se a anorexia de modo desafiante e provocador; relata-se como é passar um mês fechada em casa, com Covid, e três filhos por companhia; conta-se a história de muitas emigrações e uma identidade dividida entre Alemanha e Portugal; e termina-se com uma experiência de ancestralidade no seio de uma tribo amazónica. Cinco novos testemunhos em busca da curiosidade e empatia dos leitores.  
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    • Estes Ventos Negros

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    • João Narciso 2021 | 9789895309603 | 80 pp. Estes Ventos Negros é um relato ficcional da solidão em tempos de pandemia, murmurado pela voz sombria dos tempos que vivemos; é um relance possível daquilo que nos está a acontecer. «Vês uma flor negra a desabrochar numa fenda de um murete. Agachas-te. Colhes a flor. O cheiro das pétalas escorre pelos teus dedos, parece queimar. Pões a flor dentro de um envelope, abraçada a um dos teus postais, no verso do qual revelas quem és, quem foste, as minudências do que fizeste. Os teus gestos tão amáveis, os teus pensamentos tão perversos, as tuas palavras tão luminosas, os teus silêncios tão lancinantes. A tua mão é uma granada.» Capítulo 9
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    • autoras: Maria Celestina Fernandes, Mariana Ianelli, Natacha Magalhães, Kátia Casimiro, Angelina Neves, Lurdes Breda, Olinda Beja e Maria do Céu Lopes da Silva ilustração: Tânia Clímaco * “Contar histórias com a avó ao colo” é um livro infantil, cuja originalidade do título remete para ditados e expressões populares, mas também para uma certa ancestralidade e o saber passado de geração em geração. Oferece uma imagem maternal e feminina, pois reúne contos escritos exclusivamente por mulheres de diversos países lusófonos como é o caso de Angola (Maria Celestina Fernandes), Brasil (Mariana Ianelli), Cabo Verde (Natacha Magalhães), Guiné-Bissau (Kátia Casimiro), Moçambique (Angelina Neves), Portugal (Lurdes Breda), São Tomé e Príncipe (Olinda Beja) e Timor Leste (Maria do Céu Lopes da Silva). A ilustração é da autoria da portuguesa Tânia Clímaco. A edição é da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa e do Camões – Centro Cultural em Maputo que, pelo segundo ano consecutivo, se associam às comemorações do Dia…
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    • Léon-Paul Fargue Antítese 2021 | 9789895441563 | 144 pp. Em Poemas, publicado originalmente em 1912, Fargue mistura o Surrealismo com uma delicada quietude musical que evolui do Simbolismo francês. Ao mesmo tempo, as imagens frequentemente estranhas e perturbadoras de Fargue desdobram um sentido mais pessoal da sua poesia: a convicção de que a imagem poética é um regresso, uma reescrita da infância, um desbloqueio das passagens mais íntimas do tempo. Poemas é a primeira grande obra de Fargue, um ponto de viragem na sua escrita, e um conjunto exemplar de poemas em prosa.
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    • Brotéria 192- abril 2021

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    • Brotéria 2021 | 9786120011669 | 101 pp. Assinalam-se neste ano 700 anos sobre a morte de Dante e o editorial de abril revisita e celebra o pensamento crítico daquele que, reivindicado postumamente pela Igreja, pronunciou palavras de crítica profética contra os seus representantes. Maria de Belém Roseira fala-nos da importância da Saúde enquanto parte de uma geoestratégia “saudável”, e Teresa Nogueira Pinto sobre o peso de uma herança histórica nas relações entre França e o Ruanda. Na secção de Sociedade e Política, Álvaro Domingues mapeia a cartografia difusa que descreve o chamado "Interior de Portugal" e Guilherme d’Oliveira Martins escreve sobre o caminho percorrido pelo Centro Nacional de Cultura e o a política de património cultural enquanto fator de coesão territorial. Em Religião, José Frazão Correia SJ descreve-nos a índole pastoral da doutrina cristã e, com um artigo de António Andresen Guimarães, descobrimos Elesbão e Efigénia, dois santos negros numa capela minhota. Nas Artes e Letras, Manuel Ferro evoca a eloquência e…
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    • Pauliceia Desvairada

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    • Mário de Andrade Antítese 2021 | 9789895441556 | 106 pp. Pauliceia Desvairada foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, Pauliceia Desvairada começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem Pauliceia, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que Pauliceia Desvairada veio inaugurar nas letras brasileiras.
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    • Frederico Pedreira Assírio & Alvim 2021 | 9789723721607 | 104 pp. Em Coração Lento, assistimos ao afinar meticuloso da linguagem poética, um monumento de cujas ruínas se reergue a paisagem em chamas desse lugar onde, a custo, tentamos sempre voltar. Frederico Pedreira, no seu livro de estreia na Assírio & Alvim, constrói esse caminho de volta como se as suas palavras fossem cristais de sal: Mocho malabarista, rodeado de santaria, trata-me, digamos, com carinho, e ao voltares as páginas da minha heráldica, não digas um dia, quando a biblioteca estiver calada; – não se aproveita nada desta ninhada.