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    • A Colina Que Subimos – Um poema inaugural

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    • Amanda Gorman Editorial Presença 2021 | 9789722367455 | 64 pp. A 20 de janeiro de 2021, Amanda Gorman tornou-se a sexta e mais jovem poeta a ler um poema na tomada de posse presidencial. Depois do discurso do 46º presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, Amanda subiu ao palco e conquistou o país e o mundo. A Colina Que Subimos - Um poema inaugural pode agora ser lido e partilhado nesta edição bilingue, com tradução de Carla Fernandes. Um livro para oferecer, ler e reler, que celebra a promessa da América e afirma o poder da poesia.
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    • Louise GlucK Relógio d`Água 2021 | 9789897831300 | 120 pp. Vita Nova, que vários críticos consideram uma das mais significativas recolhas poéticas de Louise Glück, é uma sequência de poemas que dramatiza o final de uma relação e o início de uma vida nova.
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    • João Narciso 2021 | 9789895309603 | 80 pp. Estes Ventos Negros é um relato ficcional da solidão em tempos de pandemia, murmurado pela voz sombria dos tempos que vivemos; é um relance possível daquilo que nos está a acontecer. «Vês uma flor negra a desabrochar numa fenda de um murete. Agachas-te. Colhes a flor. O cheiro das pétalas escorre pelos teus dedos, parece queimar. Pões a flor dentro de um envelope, abraçada a um dos teus postais, no verso do qual revelas quem és, quem foste, as minudências do que fizeste. Os teus gestos tão amáveis, os teus pensamentos tão perversos, as tuas palavras tão luminosas, os teus silêncios tão lancinantes. A tua mão é uma granada.» Capítulo 9
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    • Léon-Paul Fargue Antítese 2021 | 9789895441563 | 144 pp. Em Poemas, publicado originalmente em 1912, Fargue mistura o Surrealismo com uma delicada quietude musical que evolui do Simbolismo francês. Ao mesmo tempo, as imagens frequentemente estranhas e perturbadoras de Fargue desdobram um sentido mais pessoal da sua poesia: a convicção de que a imagem poética é um regresso, uma reescrita da infância, um desbloqueio das passagens mais íntimas do tempo. Poemas é a primeira grande obra de Fargue, um ponto de viragem na sua escrita, e um conjunto exemplar de poemas em prosa.
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    • Mário de Andrade Antítese 2021 | 9789895441556 | 106 pp. Pauliceia Desvairada foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, Pauliceia Desvairada começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem Pauliceia, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que Pauliceia Desvairada veio inaugurar nas letras brasileiras.
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    • Frederico Pedreira Assírio & Alvim 2021 | 9789723721607 | 104 pp. Em Coração Lento, assistimos ao afinar meticuloso da linguagem poética, um monumento de cujas ruínas se reergue a paisagem em chamas desse lugar onde, a custo, tentamos sempre voltar. Frederico Pedreira, no seu livro de estreia na Assírio & Alvim, constrói esse caminho de volta como se as suas palavras fossem cristais de sal: Mocho malabarista, rodeado de santaria, trata-me, digamos, com carinho, e ao voltares as páginas da minha heráldica, não digas um dia, quando a biblioteca estiver calada; – não se aproveita nada desta ninhada.
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    • Alberto Pimenta Edições do Saguão 2021 | 9789895483136 | 184 pp. «É unânime ver na Ilíada o deflagrar do grande épico furor narrativo de uma cultura de heróis e super-heróis, ciosos da sua dignidade de ser homem no seio duma natureza que acolhe deuses; decerto será unânime a leitura da Ilhíada como exploração doutro ritmo (mas com “migalhas da mesa de Homero”) para esta cultura feita de pura ânsia de lucro e poder, e deuses que entre si disputam a existência, numa natureza exausta e que ainda serve, tudo à custa de deserdados, oprimidos e excluídos, que teimam em sobreviver.»  
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    • Lawrence Ferlinghetti Relógio D`Agua 2021 | 9789896168285 | 488 pp. Lawrence Ferlinghetti, poeta, dramaturgo e editor, é hoje, aos 97 anos, o único sobrevivente da Beat Generation, movimento que inclui autores como Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Descendente de uma família ítalo-portuguesa, Ferlinghetti nasceu em Nova Iorque em 24 de Março de 1919. O pai, imigrante, morreu seis meses antes do seu nascimento. Quando tinha dois anos, a mãe teve sérios problemas nervosos. Por isso, foi criado por um tio materno e por uma tia de origem francesa, de nome Emily. Quando o casal se separou, Ferlinghetti teve de mudar-se para França com Emily. De regresso aos EUA, viveu num orfanato, pois a tia ficara desempregada. Apesar das dificuldades, conseguiu formar-se como jornalista na Universidade da Carolina do Norte em 1941, indo então servir na marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial. Depois de esta terminar, obteve um mestrado em Columbia e um doutoramento na Sorbonne. Em Paris, conheceu a poesia de…
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    • Manoel de Barros Relógio D`Agua 2016 | 9789896416768 «Aprendo com abelhas mais do que com aeroplanos. É um olhar para baixo que eu nasci tendo. É  um olhar para o ser menor, para o insignificante que eu me criei tendo. O ser que na sociedade é chutado como uma barata – cresce de importância para o meu olho.» Manoel de Barros nasceu no Beco da Marinha, beira do Rio Cuiabá em 1916. Mudou-se para Corumbá, onde se fixou de tal forma que chegou a ser considerado corumbaense. Atualmente mora em Campo Grande. É advogado, fazendeiro e poeta. Escreveu o seu primeiro poema aos 19 anos, mas a sua revelação poética ocorreu aos 13 anos de idade quando ainda estudava no Colégio São José dos Irmãos Maristas, Rio de Janeiro. É autor de várias obras pelas quais recebeu prémios, como o Prémio Orlando Dantas, em 1960, conferido pela Academia Brasileira de Letras ao livro "Compêndio para Uso dos Pássaros".
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    • Alberto Pimenta Edições do Saguão 20118 | 9789899994423 | 212 pp. tantas combinações matanças dia e noite tão ricas e ousadas quantas maravilhas é assim mesmo a cabeça humana criação científica de riqueza sem a qual a vida é pobre e criação contínua de pobreza sem a qual falta tema
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    • Alberto Pimenta Edições do Saguão 2019 | 9789899994478 Ilustração da capa de Jules Garnier para o livro Les jeux du cirque et la vie foraine, 1889, Hugues Leroux. Ilustração da contracapa retirada de Anatomy, Physiology, and Hygiene 1890, Charles Henry May.
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    • Ana Luísa Amaral Assírio & Alvim 2019 | 9789723721096 | 144 p. No seu mais recente livro de poesia, Ana Luísa Amaral visita diversas imagens feitas a partir de episódios bíblicos, em diálogo permanente com a Bíblia e com a arte, num conjunto de poemas belos e terríveis, comoventes e violentos. Esta edição conta com reproduções de grande qualidade, a cores. E uma conversa quase concluída,  a resposta ondulante: nunca te deixarei Para onde fores, irei também  contigo, onde habitares, farei o meu sustento Esse pacto havido  desafiando tudo: o tempo a prolongar-se quase raso da outra o lugar:  já não estrangeiro: só humano,  e da casa
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    • Emily Dickinson Transcrições e fixação do texto original: Marta L. Werner e Jen Bervin Imagens fac-símiles por cortesia da Frost Library, Amherst College Edições Saguão 2020 | 9789895483105 | 100 pp. Poemas Envelope reúne um conjunto de poemas escritos por Emily Dickinson em envelopes previamente usados para correspondência, e é publicado em edição bilingue nas Edições do Saguão. Esta edição segue integralmente a da New Directions de 2016, feita de uma selecção de reproduções fac-símile (em tamanho ligeiramente menor do que os originais) dos poemas envelope de Emily Dickinson, retirados da edição completa The Gorgeous Nothings (2013). Estes poemas não são apenas escritos nos envelopes escrupulosamente guardados pela autora para reutilizar, mas têm características que resultam do suporte precário em que foram escritos e que torna a sua leitura instável, tanto quanto a sua escrita. Assim, os poemas são, com toda a propriedade, poemas envelope, e a palavra “envelope” torna-se um qualificativo, uma vez que a direcção, o corte do verso, a separação…