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    • Rosa Maria Martelo Documenta 2022 | 9789898833815 | 224 pp. Este livro procura apreender a experiência temporal expansiva gerada pelo discurso poético enquanto forma de resistência, e acompanha alguns processos de inquirição do tempo em que vivemos, dos ritmos com que vivemos. Essa inquirição envolve uma atenção exacerbada ao vocabulário, aos modos de dizer. E passa, de maneira não necessariamente explícita, pela inquirição metadiscursiva e pela experimentação do discurso. Somos as palavras que dizemos, mas também somos a recusa de muitas outras, que não iremos proferir nunca. Palavras que instituem papéis sociais injustos, regulações e normas discutíveis, palavras que tantas vezes espartilham a imaginação e a possibilidade de outros mundos. Como se não houvesse alternativa. […] Passámos a viver isolados, a marcar encontros em ambientes digitais que nos parecem tremendamente insípidos, mesmo se em grande parte lhes devemos o pouco contacto que nos foi possível manter nas fases mais críticas. A vida parece suspensa, como se, entre o passado e o futuro, habitássemos um hiato, um intervalo que ninguém sabe ao…
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    • João Carlos Raposo Nunes Maldoror 2022 | 9789895311590 | 116 pp. Antologia da poesia do poeta-livreiro de Setúbal, João Carlos Raposo Nunes. Com organização, edição e introdução de Nuno Miguel Neves. «[...] Tudo isto assume um sentido acrescido se tomarmos em consideração uma outra questão que se afigura como estruturante na obra de João Raposo e que encontra também reflexo no título da presente antologia que se conjuga no plural. Nada podia fazer mais sentido quando a poesia de Raposo Nunes prefigura claramente, como se pode ver, aquilo que poderíamos nomear como uma poética da amizade — uma conversa permanente a que o título da antologia também responde ao nomear o bando — que atravessa toda a sua obra, com amigos e companheiros e companheiras de viagem. «Ode aos amados» é, nesse sentido, o poema mais representativo desse gesto de comunhão, um imenso e permanente gesto afectivo de que as imensas dedicatórias, nomeações e referências são também testemunho. Como se lê num…
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    • Ana Luísa Amaral Assírio & Alvim 2022 | 9789723722253 | 384 pp. Estes são poemas de precisão, questionamento e de receitas para várias crises: O Olhar Diagonal das Coisas reúne os 17 livros de poesia de Ana Luísa Amaral, trinta anos em verso inaugurados por Minha Senhora de Quê (1990), até ao mais recente Mundo (2021). METAFÍSICO FRUTO Um fruto reticente é a saudade: a pele custosa à faca, olhos como cavernas onde a faca não chega e uma arte cirúrgica é precisa. Não posso permiti-la no caixote a insistir-me a alma. Por isso insisto a arte e a minha perícia em lhe arrancar a pele, os olhos reticentes de Sibila. Às fatias depois — tarefa igual —
  • Para Acabar de Vez Com o Juízo de Deus e Outros Textos Finais Quick View
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    • Viton Araújo e Diego Tórgo (org.) Companhia das Letras 2022 | 9789897845635 | 88 pp. Inspirados na técnica de blackout poetry, um coletivo de poetas e ilustradores liderado por Viton Araújo e Diego Tórgo aplicou o infame lápis azul sobre as palavras da Constituição fascista de 1933 até que dela se erguessem, apenas, poemas e ilustrações exaltando os valores de Abril: humanidade, liberdade, justiça, igualdade. No ano em que se celebram 48 anos sobre o 25 de Abril e em que os dias passados em democracia superam, finalmente, os dias sofridos sob o jugo do fascismo, Reconstituição assume-se como um exercício de liberdade poética que celebra um sonho e constrói um futuro: o da liberdade. Um projeto artístico e político que desconstrói a constituição fascista de 1933, distorcendo e subvertendo as suas palavras, imprimindo-lhe a mesma censura que o Estado Novo exerceu sobre as liberdades dos cidadãos portugueses, até restar apenas a mensagem de Abril. Participam neste livro: Filipe Homem Fonseca, Gilson…
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    • Jesús Sepúlveda Flauta de Luz 2022 | 9789895317820| 256 pp. Poço de Seda é a segunda colectânea da poesia de Jesús Sepúlveda publicada em português; a primeira foi editada no Brasil em 2020. Sobre a obra poética de Jesús Sepúlveda, escreve Jorge Leandro Rosa no Prefácio: «O Chile é o país andino que disse não ter índios e que se deu à mentira de ser todo branco. Mas sucede que no Chile estão as terras dos Mapuches, que resistiram ao império dos Incas, logo depois aos Espanhóis e por fim aos prussianos chilenos. Pensamos nestas vertigens quando nos interrogamos sobre o que seja um poeta chileno […]. Progressivamente, os poemas em Sepúlveda foram-se abrindo à pluralidade surreal dos seres: o universo dos seus interlocutores alarga-se, torna-se inumano, liberto da linguagem e da sua linearidade.»
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    • Inês Lourenço Do Lado Esquerdo 495045/22 Antologia de poemas de Inês Lourenço. Organização: João Luís Barreto Guimarães Prefácio: Luís Miguel Queirós Escolhem: Andreia C. Faria, Catarina Nunes de Almeida, Elisabete Marques, Filipa Leal, Inês Dias, Inês Fonseca Santos, Margarida Vale de Gato, Maria Sousa, Marta Chaves, Patrícia Lino, Renata Correia Botelho, Rita Taborda Duarte, Rosa Oliveira, Tatiana Faia.
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    • Audre Lorde Sr. Teste Edições 2022 | 9786120013328 | 132 pp. Também este um canto de liberdade sem excluir nenhum aspecto da realidade: violência, dor, segregação, intimidade, maternidade, sexualidade. A beleza crua emerge destes escritos. A tradução é de Ricardo Ribeiro, as imagens são da artista Rita Gaspar Vieira, a composição gráfica de Catarina Domingues.
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    • Soror Juana Inés de la Cruz Sr. Teste Edições 9786120013335 | 2022 | 174 pp. Aos 3 anos já sabia ler e escrever em latim. Aos 16 mascarava-se de homem para conseguir continuar os seus estudos. Pela mesma razão, aos 16 enveredou pela via monástica, único caminho possível para que continuasse o percurso de pensamento que na época estava vedado às mulheres. Lutou pela igualdade das mulheres chegando a discorrer sobre este assunto com o Papa em pleno século XVII. Neste livro canta acima de tudo a liberdade e o direito a ela. Edição bilingue traduzida por Mariano Alejandro Ribeiro.
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    • George Bataille Sr. Teste Edições 9786120013014 | 2022 | 228 pp. Neste volume Bataille explora vários tons (ficção, poesia, biografia…) concluído com um ensaio magistral e assombrado sobre a obra de Manet.
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    • E. M. de Melo e Castro Sr. Teste Edições 2022 | 9786120013250 | 92 pp. passo a passo, passo a passo, vou para fora do contemporâneo. Para o agora. Para a agoridade de um espaço sem dimensões, ou com cem dimensões. Todas as dimensões do possível. O que é impossível, porque são seguramente mais de cem pouco a pouco, pouco a pouco, vou-me deslocando para o desligar onde agora estou que é o mesmo lugar onde ainda agora estava: agoridade. O que é impossível porque a agoridade é desvanecente e há inumeráveis agora agora, agora agora, corro velozmente para o interior do exterior, porque isso é impossível onde o impossível é impossível, onde a agoridade é o imaterial e o exterior é o interior de outra coisa passo a passo pouco a pouco agora agora.
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    • Rui Pires Cabral Edições do Saguão 2022 | 9789895329120 | 116 pp. Uma nota do autor: «Esta série de poesia-colagem teve como ponto de partida o livro epónimo de gramática inglesa de L. W. Giggins e D. J. Shoebridge (Londres/Hong Kong, Longman, 1970). Algumas frases procedem (mais ou menos textualmente) dos exemplos dados nesse volume, já que o plano primitivo era fazer uma espécie de pseudo-manual ilustrado sobre tempos verbais. A certa altura, presente, pretérito e futuro enovelaram-se e perderam boa parte da função estrutural que tinham no início; a série tomou outro(s) rumo(s), e as imagens e ideias que foram aparecendo pediram-me outras palavras. Forma e espaço foram, desde o começo, considerações importantes – e ritmo e rima (por enviesada que seja em muitos casos) surgiram de modo espontâneo, para complicar estes «exercícios» cujo único interesse prático foi o de me manterem ocupado durante os períodos de confinamento de 2020 e 2021. A maioria das figuras provém de números avulsos das…
  • A Poesia É Uma Mercadoria Inconsumível – Poemas e Recensões Quick View
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    • Robert Walser Sr Teste Edições 2022 | 9786120012857 | 150 pp. (...) O destino de Robert Walser foi o de um «sem préstimo» romântico: filho de família numerosa, começou o seu ciclo de viagens aos dezassete anos; tenta em vão iniciar uma carreira de actor no teatro de Estugarda, depois desempenha toda a espécie de profissões, desde praticante de escritório a criado de uma família burguesa. De 1905 a 1913, vive em Berlim em casa do irmão, o pintor Karl Walser (que ilustraria os seus livros) e consagra-se à literatura, encorajado pelas relações de amizade com B. Cassirer, S. Fischer, G. Hauptmann e Liebermann. Mas, no momento em que se vislumbra o sucesso, foge de Berlim e refugia-se em Biel, onde leva uma vida de recluso. Após várias depressões, uma breve tentativa de reinserção na vida social (em Berna, 1929), o seu equilíbrio mental fica definitivamente abalado. Em 1933, entra para a clínica psiquiátrica onde passará o resto da vida. No seu…
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    • Erik Satie Maldoror 2018 | 9789899981454 | 144 pp. «Acto de admiração e regozijo, tão-só e unicamente, este de propor, embora em volume parco, um conhecimento porventura mais autorizado, não da obra musical, que por aí se vai elitistamente divulgando, sim do criador dela — aqui através de alguns escritos que Satie semeou por folhetos e magazines de circulação restrita e utilidade doméstica.» Vitor Silva Tavares, Nota introdutória
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