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    • Alberto Pimenta Edições do Saguão 2021 | 9789895483136 | 184 pp. «É unânime ver na Ilíada o deflagrar do grande épico furor narrativo de uma cultura de heróis e super-heróis, ciosos da sua dignidade de ser homem no seio duma natureza que acolhe deuses; decerto será unânime a leitura da Ilhíada como exploração doutro ritmo (mas com “migalhas da mesa de Homero”) para esta cultura feita de pura ânsia de lucro e poder, e deuses que entre si disputam a existência, numa natureza exausta e que ainda serve, tudo à custa de deserdados, oprimidos e excluídos, que teimam em sobreviver.»  
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    • Henri Michaux Maldoror 2021 | 9789895311507 | 240 pp. Num périplo pelo Oriente, Henri Michaux compõe um retrato aforístico da cultura, mas também da espiritualidade, dos povos asiáticos, num registo que oscila entre o poético e o realista, não deixando de observar também incoerências e excentricidades. «Cidade de cónegos e do seu amo, seu mestre em impudência e despreocupação, a vaca. Eles estabeleceram aliança com a vaca, mas a vaca não quer saber disso. A vaca e o macaco, os dois animais sagrados mais impudicos. Em Calcutá, há vacas por toda a parte. Atravessam as ruas, deitam-se ao comprido nos passeios inutilizando-os, largam a bosta diante do automóvel do vice-rei, passam revista aos armazéns, ameaçam o ascensor, instalam-se nos patamares, e se o hindu fosse pastável, sem dúvida que seria pastado.»
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    • Teresa de Noronha Editora Exclamação 2021 | 9789895486830 | 156 pp. Soube anos mais tarde, quando vasculhava nos arquivos do Notícias à procura de alguma maldita crónica ou sinal daquele dia, com os jornais abertos à minha frente, que varri de trás para a frente e de frente para trás, sem encontrar qualquer sinal especial e nem mesmo o menor traço necrológico, notícia ou fotografia como se a tua morte fosse, mais do que anónima, ignorada. Mas soube aí, com surpresa - e talvez esse facto possa desenrolar o primeiro fio deste novelo que se emaranhou depois da tua morte - que o quarto dia do mês de outubro de 1983, em que decidiste pela enésima e derradeira vez deixar o mundo, pertenceu àquele estranho ano em que as acácias se esqueceram de florir.  
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    • Patrícia Portela Editorial Caminho 2021 | 9789722130820 | 280 pp. «Flandia, o avesso desalinhavado de uma possibilidade hifanada. A discussão sobre o sexo dos anjos enquanto os portões cedem aos cavaleiros do Algoritmo.» Hífen. um texto que, sendo de uma grande diversidade, tem do princípio até ao fim uma grande unidade e uma grande coerência, por um lado, e uma grande força. Quer quando se fala do amor de uma mãe por uma filha, e aqui chega-se a sentir um estrangulamento na garganta, quer quando Ofélia se dirige ao marido morto, e aqui sentimo-nos identificados com aquele sentimento de saudade, quer quando se evoca a luta por um mundo melhor, quer quando se grita contra a injustiça e contra o absurdo de um mundo onde nos sentimos muito bem desde que abdiquemos do essencial, isto é, do sal da vida. E já no fim, quando a resignação e o suicídio se confrontam como os dois destinos possíveis, a solução encontrada me parece…
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    • Johan Van Lengen Dinalivro 2010 | 9789725765654 | 695 pp. A bioarquitectura praticada por Johan van Lengen já conquistou milhares de adeptos no século XXI. Trata-se de um novo conceito que surgiu há algumas décadas com o objectivo de unir ecologia, arquitectura e urbanismo rumo a uma maior sustentabilidade ecológica. A perspectiva visionária deste arquitecto nasceu da observação e da vivência directas com os vários povos, o que lhe permitiu aprender a usar de forma racional, equilibrada e consciente o material existente ao seu redor. Assim, Johan van Lengen procura integrar o homem no seu meio, respeitando e explorando a natureza em toda a sua plenitude e riqueza, ensinando técnicas que ajudam a melhorar a vida, transformando cada homem no arquitecto da sua habitação e oferecendo a todos a possibilidade de alterar a realidade onde as condições são difíceis ou pobres. Este trabalho revela formas simples e inovadoras de construção, que proporcionam às pessoas um modo mais digno de habitar o mundo.…
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    • Rostos da Morte - Investigações filosóficas sobre a Morte Byung-Chul Han Relógio D'Água 2021 | 9789897831034 | 240 pp. “Em torno da morte proliferam fenómenos. A morte faz com que se desenrolem metáforas e metonímias. Tal é a aparência necessária que faz com que a vida seja o que é. Mas o aparente não é o falso, não é o oposto do verdadeiro. A aparência não se limita a falsear o ser, mas faz com que ele se manifeste de um determinado modo, transformando-o assim em linguagem.” A perda pela morte é irreversível e também por isso é difícil olhá-la de frente. Mas a reflexão sobre a morte pode convertê-la numa experiência viva. Byung-Chul Han fala-nos da caleidoscópica variedade da morte, através das suas leituras de Adorno, Heidegger, Derrida, Levinas, Kafka e Handke. Este seu livro procura tornar audível a linguagem da morte, que nos vai interpelando ao longo da vida. É assim que se abrem novas perspectivas, surgindo a morte como…
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    • O Futuro Começa Agora - Da Pandemia à Utopia Boaventura de Sousa Santos Edições 70 2020 | 9789724423890 Este livro foi escrito entre o medo e a esperança, tal como um e outra se nos confrontam no início do século XXI em face da pandemia do novo coronavírus. A pandemia intensificou as desigualdades e as discriminações sociais que caracterizam as sociedades contemporâneas e deu-lhes maior visibilidade. O sofrimento humano muito desigual em que se traduziram e as causas que o explicam são analisadas na primeira parte do livro. Atenção especial é dada ao modelo económico-social, ao Estado, à ciência e à resistência e criatividade dos grupos sociais mais excluídos para se protegerem e minorarem os riscos. As trágicas consequências da pandemia e a alta probabilidade de se multiplicarem no período de pandemia intermitente em que estamos a entrar obrigam-nos a pensar em alternativas económicas, sociais, políticas e culturais, que, no conjunto, apontam para novos modelos civilizacionais. É este o tema da segunda…
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    • A Aparência das Coisas - Ensaios e Artigos Escolhidos John Berger Antígona – Editores Refractários 2021 | 9789726083955 | 288 pp. «A arte é uma expressão da nossa sensação de que o que existe é insuficiente — e de que não somos obrigados a aceitá‑lo com gratidão.» A Aparência das Coisas (1972) reúne alguns dos ensaios mais brilhantes e incisivos que John Berger escreveu na década de 60. Uma mulher forçada a entrar num táxi; um leão e uma leoa enjaulados no jardim zoológico; a última fotografia de Che Guevara; o desabrochar da Primavera de Praga e a natureza das manifestações populares; Walter Benjamin, Le Corbusier, Camille Corot, Fernand Léger. Retratos e instantâneos admiráveis em si mesmos, revelam a sua maior importância enquanto partes de um todo, fragmentos da existência submetidos ao mesmo olhar coerente, sensível e humanista de John Berger, em favor de uma síntese da experiência e condição humanas. Numa prosa ao mesmo tempo sóbria e epigramática, em textos ora políticos,…
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    • Joseph Andras Antígona - Editores Refractários 2021 | 9789726083917 | 168 pp. «De que são feitos os heróis? De que peles, de que ossos, de que carcaças, tendões, nervos, tecidos, de que carnes, de que almas são eles fabricados?» Argélia, 1956. Uma bomba que nunca viria a detonar é deixada numa fábrica, destinada a causar estragos e não a reclamar vidas, num acto simbólico. Um operário revolucionário e idealista, que sonha com um país livre e se opõe à violência cega, é denunciado. Detido e torturado, Fernand Iveton (1926-1957) seria o único pied-noir condenado e executado pelo Governo francês durante a Guerra da Argélia: um castigo que se pretendia exemplar e um aviso a todos os europeus que ousassem tomar o partido dos colonizados. França, onde Iveton conhecera o amor da bela Hélène, que o acompanharia até ao fim dos seus dias, silenciaria a voz do dissidente, mas nunca a esperança colectiva de uma futura nação. Dos Nossos Irmãos Feridos (2016), num estilo de tirar o…
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    • editores: Paulo Providência, Pedro Baía autores: Nuno Portas, Bartolomeu Costa Cabral, Maria Tavares, Joana Fernandes, Nuno Grande, Paulo Providência, Pedro Baía Circo de Ideias 2019 | 978989-9918481 | 152 pp. Este livro, publicado pela editora Circo de Ideias e com edição de Paulo Providência e Pedro Baía, apresenta 18 obras projectadas entre 1957 e o ano 2000 pelo arquitecto Nuno Portas em co-autoria com vários arquitectos com quem foi trabalhando, numa selecção que pretende focar e documentar a sua prática projectual para além do planeamento urbano. A selecção das obras foi dividida cronologicamente numa estrutura que agrupa quatro programas distintos — habitação unifamiliar, habitação colectiva, equipamento e projecto urbano — intercalados por um prefácio de Bartolomeu Costa Cabral, um ensaio de Maria Tavares, uma entrevista de Joana Oliveira e um ensaio de Nuno Grande. O projecto editorial contou com o apoio da Direcção-Geral do Património Cultural, da Direcção-Geral das Artes, do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) da Universidade do Minho,…
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    • Nuno Brandão Costa Circo de Ideias  2019 | 9789895413195 | 172 pp. | PT + EN Este livro, publicado pela editora Circo de Ideias e com autoria de Nuno Brandão Costa, analisa o processo projectual de Pedro Ramalho, Álvaro Siza e Eduardo Souto de Moura. «Bande à part» é o título de um projecto teórico realizado em três volumes da autoria de Nuno Brandão Costa sobre trípticos de obras de arquitectura na Europa concebidas por arquitectos europeus. Por razões e contextos distintos, estas obras tornaram-se relevantes para o autor, convertendo-se em objectos do seu fascínio e influenciando de modo diverso o seu percurso como arquitecto e professor, desde a sua formação até aos dias de hoje.
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    • Antonio S. Río Vázquez, Christian von Oppen, Eduardo Fernandes, Elisiário Miranda, Fátima Moura Ferreira, Márcia C. F. Oliveira, Natália Pereira, Rui Pereira, Vanda Maldonado Circo de Ideias 2019 | 9789899918474 | 224 pp. Este livro, publicado pela editora Circo de Ideias e com edição de Fátima Moura Ferreira e Eduardo Fernandes, coloca em perspectiva abordagens plurais sobre a ideologia das obras públicas no Estado Novo, num mosaico interceptado por saberes e poderes múltiplos. O projecto editorial contou com o apoio do Laboratório de Paisagens, Património e Território (Lab2PT) da Universidade do Minho.
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    • Magda Seifert, Pedro Baía (eds.) Circo de Ideias 2019 | 9789895463602 | 300 pp. | PT + EN Este livro, publicado pela editora Circo de Ideias e com edição de Pedro Baía e Magda Seifert, apresenta uma selecção de 20 obras localizadas no Porto, Gaia e Matosinhos, numa procura de ensaiar novas possibilidades de interpretação de uma arquitectura produzida com afinidades construtivas e materiais associadas ao Brutalismo. O projecto editorial e de investigação permitiu desenvolver diferentes níveis de aproximação crítica ao objecto de estudo. Álvaro Siza conversou sobre o tema do Brutalismo e sobre algumas questões que se levantaram no decorrer do projecto. Ben Highmore visitou algumas das obras seleccionadas no Porto e escreveu um ensaio a partir de uma perspectiva cultural. Tiago Lopes Dias e Alexandra Areia escreveram ensaios a partir das 10 obras seleccionadas em cada século. Pedro Treno concentrou-se em cada uma das 20 obras e escreveu pequenos textos de enquadramento crítico. Francisco Ascensão e Luca Bosco ensaiaram uma…
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    • Aurore Petit Bruaá 2021 | 9789898166470 | 48 pp. Uma mãe é como um ninho, uma mãe é como um meio de transporte, uma mãe é como uma fonte… Como numa rima infantil, estas frases curtas acompanham cada passo no dia a dia de um bebé. Ao longo das páginas, a criança cresce, passando por diferentes aprendizagens. O leitor acompanha a criança através desses pequenos grandes passos. A mãe que era ninho, abrigo do recém-nascido, torna-se estrada, história ou espetáculo para a criança que brinca. E ao crescer, também a distância entre ela e a sua mãe aumenta nas ilustrações. Até à última imagem, com os primeiros passos da criança. Porque uma mãe é como uma casa que levamos connosco para sempre.
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    • Lawrence Ferlinghetti Relógio D`Agua 2021 | 9789896168285 | 488 pp. Lawrence Ferlinghetti, poeta, dramaturgo e editor, é hoje, aos 97 anos, o único sobrevivente da Beat Generation, movimento que inclui autores como Jack Kerouac e Allen Ginsberg. Descendente de uma família ítalo-portuguesa, Ferlinghetti nasceu em Nova Iorque em 24 de Março de 1919. O pai, imigrante, morreu seis meses antes do seu nascimento. Quando tinha dois anos, a mãe teve sérios problemas nervosos. Por isso, foi criado por um tio materno e por uma tia de origem francesa, de nome Emily. Quando o casal se separou, Ferlinghetti teve de mudar-se para França com Emily. De regresso aos EUA, viveu num orfanato, pois a tia ficara desempregada. Apesar das dificuldades, conseguiu formar-se como jornalista na Universidade da Carolina do Norte em 1941, indo então servir na marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial. Depois de esta terminar, obteve um mestrado em Columbia e um doutoramento na Sorbonne. Em Paris, conheceu a poesia de…
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