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    • Adília Lopes Assírio & Alvim 2021 | 9789723721782 | 1016 pp. Dobra reúne todos os livros de poesia de Adília Lopes. Como consequência, a nova edição que agora se apresenta foi ampliada e passa a incluir toda a obra poética publicada da autora, até fevereiro de 2021. Edição encadernada. «A poesia de Adília Lopes é uma estação fundamental e singular no percurso da poesia portuguesa desde os anos 80. o seu grande triunfo consistiu em renunciar completamente ao lirismo e às suas tonalidades afectivas, mantendo uma densidade que advém da exploração linguística, em todos os níveis.» (António Guerreiro, Expresso) EXCERTOS «HAVERÁ UMA BELEZA QUE NOS SALVE?» «Não, não há uma beleza que nos salve. Só a bondade nos salva. E a bondade manifesta-se, por vezes, no meio da maior fealdade. Explico-me. Uma pessoa capaz de actos de bondade, uma pessoa com bom coração, pode ter uma cara que é considerada feia, pode vestir-se de uma maneira que é considerada pirosa, pode ter tido…
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    • Dante Alighieri INCM 20201 | 9789722727877 | 992 pp. A Divina Comédia de Dante Alighieri, escrita nas duas décadas iniciais do século XIV, é dos poemas que bem podemos canonizar como uma criação intemporal do génio humano. A viagem que narra pelas três condições da eternidade cristã, Inferno, Purgatório e Paraíso, é uma maravilhosa aventura de história e profecia, pensamento, sentimentos e emoções, a que raramente, ou talvez nunca, a poesia soube ascender. O tradutor procurou transparecer fielmente as riquíssimas virtudes e valores expressivos da terza rima original, supondo o texto que Dante escreveria tendo usado a língua portuguesa.» (Da contracapa.)
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    • Dante Alighieri INCM | 2020 «Com Dante Alighieri (1265-1321) nasceu uma maneira nova de falar de amor e da dor de amar, talvez o maior legado do poeta italiano à tradição literária universal. Conhecido por ser o autor da suprema Divina Comédia, Dante produziu muito mais. A Imprensa Nacional dá-lhe agora a oportunidade de ler em português as obras Vida Nova e Rimas, em duas traduções de Jorge Vaz de Carvalho e António Mega Ferreira, respectivamente.»
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    • Irène Némirovsky Cavalo de Ferro 2021 | 9789895647033 | 192 pp. «Uma sucessora de Dostoiévski.» — The New York Times Jean-Luc Daguerne é um jovem ambicioso que, desprovido de tudo, sonha agarrar o mundo com as duas mãos. Mas a velha ordem que o rodeia está em colapso devido a uma crise sem precedentes: o dinheiro já não é seguro, o sucesso já não dimana apenas do trabalho. Para subir na vida, há que entrar nos meandros do poder e da política. Ao casar-se com Édith Sarlat, filha de um importante banqueiro, Daguerne parece finalmente conquistar as tão desejadas alegrias do sucesso e da ambição. Porém, depressa se emaranha numa teia de mentiras, vinganças e traições, e o que outrora parecia um belo sonho não é mais do que uma realidade sórdida e mesquinha que de predador acabará por transformá-lo em presa. Publicado em 1938, A Presa é um romance trágico, com ecos stendhalianos, que narra a ascensão e queda de um…
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    • Ernesto de Sousa Edições do Saguão 2021 | 9789895483174 | 316 pp. «O trabalho de organização desta colectânea de textos de José Ernesto de Sousa decorreu entre 1995 e 1997. A primeira publicação aconteceu pela mão da editora Assírio & Alvim em 1998 . Passados sensivelmente 23 anos, [...]as Edições do Saguão apresentam a presente reedição que acontece no centenário do nascimento de Ernesto de Sousa. Trata-se portanto, antes de mais, de uma homenagem [...] ao heterogéneo autor, designadamente na sua vertente reflexiva em torno de tópicos da crítica, da filosofia de arte, da estética ou daquilo a que vale a pena chamar uma política da arte [...] Estamos convictos de que para um conhecimento — muito mais vasto do que anteriormente — da obra de Ernesto de Sousa contribuiu no tempo adequado e em assinalável medida a primeira edição de Ser moderno… em Portugal. Organizadores e editores, estamos certos de que esta segunda edição fará com que a eficácia da publicação de…
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    • Júlio Dinis Documenta 2021 | 9789899006959 | 96 pp. José Tolentino Mendonça: «Esta Colecção dos Fetos, Equisetos e Lycopodios da Flora Madeirense é, naturalmente, um herbário, mas também é mais do que isso. Deve ser lido, para todos os efeitos, como um testamento.» Um abismo. O herbário é o memento mori de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, de Júlio Dinis. Espantar-nos-á sempre a emergência de objectos artísticos como este, na exacta medida em que sendo raros, escondidos, votados à escuridão, destinados a permanecerem ocultos, são-nos um dia revelados — fatalmente fora de tempo, já sem a mediação do seu autor — como uma aparição que consubstancia gestos secretos mas palpáveis. Fantasmagoria, objecto que releva quase da magia na forma como desafia as leis naturais e a passagem do tempo, feito pelas próprias mãos do escritor, do artista — sim, porque se trata de uma obra de artista e não de botânico —, as pranchas do Herbário de Júlio Dinis são o toque, o tacto que nos faltava…
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    • Capitalismo em Quarentena - Notas Sobre a Crise Global AA VV Antígona 2021 | 9789726084006 | 144 pp. O novo coronavírus criou uma crise sem precedentes. A epidemia, que nos faz «escolher entre a bolsa e a vida» e «não é uma interrupção temporária da normalidade, mas a expressão mais concentrada dessa absurda normalidade», disseminou-se a um ritmo avassalador, bloqueou a economia mundial e confinou populações numa escala planetária. Não só despertou o lado negro das sociedades capitalistas e a sua tentação de recorrerem a arsenais de vigilância de contornos distópicos, como revelou o valor atribuído à vida humana por apologistas do darwinismo social em tempos pandémicos. Ao traçarem os contornos de um mundo estagnado e atolado no sobreendividamento, os autores de Capitalismo em Quarentena reflectem sobre as relações entre Estado e economia, saúde e lucro, normalidade e estado de excepção, à luz da crítica do valor e da marcha inexorável do capitalismo rumo ao colapso estrutural e ambiental.
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    • 23.00
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    • Lydia Davis Bazarov 20121 | 9789899025035 | 464 pp. Neste primeiro de dois volumes, os temas de Davis viajam entre as suas influências iniciais até aos seus contos favoritos, da tradução de Rimbaud por John Ashbery à pintura de Alan Cote, do Salmo do Bom Pastor a fotografias antigas enquanto turista. Em exibição neste livro está o desenvolvimento e e capacidade de uma das mais claras e capazes mentes a escrever nestes dias.
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    • 25.24
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    • Fiódor Dostoievsky Relógio d`Àgua 2010 | 9789896411534 | 624 pp. Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de Os Demónios seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava.
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    • Vergílio Quetzal 2021 | 9789897227462 |  352 pp. As Bucólicas são um dos grandes textos fundadores do lirismo latino. Edição bilingue e comentada. Um acontecimento cultural. As Bucólicas são, na linha do tempo, o primeiro grande poema de Vergílio e, na realidade, os mais intraduzíveis de todos os textos poéticos. A beleza do verso vergiliano (que, em latim, é música ao nível de Mozart) evapora-se por completo noutra língua. Além da beleza do texto – que se pode dizer que inventou o «latim poético» –, trata-se de poesia de primeira água, luminosa e fundadora de uma grande tradição ocidental de expressão poética. Esta edição reproduz a sua tradução, em verso, e o original latino. Apresenta, além disso, uma preciosa introdução e notas de Frederico Lourenço.
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    • 14.99
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    • Tatiana Salem Levy Elsinore 2021 | 9789895646067 | 128 pp. Autora multipremiada, vencedora do Prémio São Paulo de Literatura, do English Pen Award e finalista do prémio Jabuti. Antes de uma reunião de trabalho, Júlia sai de tarde para correr e, enquanto sobe o trajeto para a Vista Chinesa, o famoso miradouro no parque natural da Tijuca, em plena cidade do Rio de Janeiro, desligada do mundo e de headphones nos ouvidos, um homem de mãos enluvadas surge repentinamente, encosta uma pistola na cabeça dela e arrasta-a para o meio da mata. Júlia é violada. Sobrevive. Anos depois, já mãe, recorda o horror vivido e as sequelas daquela terça-feira de 2014 — a dor, a raiva, o medo de acusar um inocente e a força redentora da vida que continua. «A partir do momento em que começamos a ler, já não é possível parar. Uma poderosa celebração da vida. Pode pedir-se mais da literatura?» — José Eduardo Agualusa Relato de uma história real de…
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    • Stefan Zweig Relógio d`Água 2021 | 9789897831652 | 112 pp. Stefan Zweig fala-nos aqui, combinando análise literária com a vida dos autores, de Goethe, Sigmund Freud, Thomas Mann e Honoré de Balzac. O seu artigo sobre As Mil e Uma Noites é uma abordagem original que ficará certamente na memória dos que o leiam. Stefan Zweig conheceu pessoalmente ou correspondeu-se com os maiores romancistas do seu tempo e também com o próprio Freud. A sua relação com os livros está condensada no texto inicial desta obra, «O Livro como Acesso ao Mundo».
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    • Os Condenados da Terra

    • 16.00
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    • Frantz Fanon Letra Livre 2021 |9789898268488 | 352vpp. «Composto de cinco capítulos, que continuam as problemáticas de livros anteriores, (especialmente Pele Negra, Máscaras Brancas), Os Condenados da Terra parece ser, de facto, um livro testamentário, sobretudo tendo em conta o seu momento de escrita. Assim, a alienação cultural e seus traumas, a internalização da dominação (hoje falar-se-ia de subalternidade) e suas consequências na fragmentação da cultura nacional (cuja existência Fanon recusa em situação colonial pois considera que esta paralisa na sua totalidade a cultura nacional), a relação entre cultura nacional e lutas de libertação, as ideologias nacionalistas e seus equívocos, os programas (mínimos e máximos) dos movimentos nacionalistas e seus falhanços, o modus operandi monolítico dos poderes pós-coloniais e suas semelhanças com o poder colonial, o papel da burguesia e da “nova” elite, as ideologias dos nacionalistas africanos (que Fanon considera terem sido importadas), as ambiguidades do “intelectual colonizado”, as frustrações do ex-colonizado face ao novo país são matéria de Os Condenados da Terra: uma análise multi…
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    • O Sono Desliza Perfumado

    • 35.00
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    • O Sono Desliza Perfumado - Publicidade ilustrada Jorge Silva Abysmo 2018 | 9789895401802 | 240 pp. Do prefácio: "Pedaços de uma História da publicidade comercial sem princípio, meio e fim, revelam a vitalidade da ilustração portuguesa, a partir dos muitos milhares de páginas impressas que sustentaram os sonhos dos leitores e a independência de revistas, jornais e almanaques. Numa relação estreita com o jornalismo e as notícias, a publicidade sempre foi uma outra maneira de contar o Mundo. A viagem percorre, a alta velocidade, as primeiras seis décadas do século vinte, visitando anúncios que, se hoje nos fazem sorrir ou indignar, foram espelho fiel do seu tempo, cúmplices e motor do progresso tecnológico dos meios de reprodução, do desenvolvimento do comércio, indústria e cultura. Designers, pintores, ilustradores e arquitetos deram o melhor do seu talento à publicidade. Desenhada por mestres que amamos ou por artífices anónimos perdidos no tempo, passa por aqui alguma da melhor ilustração do século vinte." Organizados em torno…
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    • O Ser e o Nada

    • 39.90
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    • O Ser e o Nada - Ensaio de Ontologia Fenomenológica Jean-Paul Sartre Edições 70 2021 | 9789724424101 | 748 pp. O Ser e o Nada (1943), escrito durante a ocupação nazi, é um dos textos fundamentais do século XX. O livro que marcou como nenhum outro uma época a braços com o desmoronamento de uma civilização é ao mesmo tempo a bíblia do existencialismo e o último grande sistema filosófico. Para Sartre, o sentido das nossas vidas não é predeterminado nem por Deus nem pela natureza, não há nenhuma essência que preceda a existência: o que nos define não é dado a priori, mas decorre das escolhas que fizermos. Primeiro existimos, e só depois nos definimos. Não existe natureza humana à qual tenhamos irresistivelmente de obedecer: estamos condenados a ser livres e somos os únicos responsáveis pelos nossos destinos. No âmago destas posições, está a conceção sartriana de consciência, influenciada pela fenomenologia de Husserl e pela ontologia de Heidegger. Como a consciência…
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    • Acabar com Eddy Bellegueule

    • 18.55
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    • Édouard Louis Editora Fumo 9789899925403 | 212 pp. Neste seu primeiro romance, escrito quando tinha dezanove anos, Édouard Louis conta a infância e adolescência de Eddy Bellegueule, filho de uma família operária, pobre, do norte de França de finais de 1990. Exibindo de maneira evidente a sua dimensão autobiográfica – o que o tornou polémico, escandaloso e permitiu que se dissesse que, com ele, o seu autor tinha cometido uma traição de classe – «Acabar com Eddy Bellegueule» é a história, contada na primeira pessoa, de um rapaz que sofre na escola, na família e no meio em que vive, a humilhação e a violência verbal e física. Fugir desse meio, onde o racismo, a homofobia e a violência social se reproduzem por força de regras e discursos que não admitem desvios, é o que orienta o percurso de aprendizagem do jovem Eddy. Tanto quanto a história de uma experiência pessoal, este romance tematiza as questões da reprodução social e do exercício…
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    • Artistas Plásticas em Portugal

    • 25.00
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    • Sandra Leandro Minotauro 2020 | 9789725594155 | 384 pp. São raros os livros dedicados a mulheres artistas em Portugal. Oferecendo-nos uma notável antologia visual, esta obra vem contrariar essa escassez, reunindo um conjunto de estudos ímpares, resultantes de investigação realizada por autores prestigiados, que nos mostram o que de mais criativo se fez e vai fazendo. OS AUTORES: Sandra Leandro, Mariana Roquette Teixeira, Sandra Vieira Jürgens, Ana Raquel Gouveia, José-Luís Porfírio, Emília Ferreira, Raquel Henriques da Silva, Hilda Moreira de Frias, Isabel Nogueira, Maria João Gamito, Paulo Simões Nunes, Laura Castro. AS ARTISTAS ANALISADAS E RETRATADAS: Maria Augusta Bordalo Pinheiro, Ana Hatherly, Lourdes Castro, Helena Almeida, Ana Vieira, Maria Beatriz, Maria José Oliveira, Ana Jotta, Graça Pereira Coutinho, Luísa Cunha, Gabriela Albergaria, Cristina Mateus.
  • O que é arte? Uma conversa com Joseph Beuys Quick View
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    • O que é arte? Uma conversa com Joseph Beuys

    • 17.00
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    • Volker Harlan Orfeu Negro 2021 | 9789899071063 | 272 pp. O conceito de arte tem de substituir o degenerado conceito de capital. A arte é, em boa verdade, o capital concreto, e isso tem de se tornar consciente. O QUE É ARTE? — UMA CONVERSA COM JOSEPH BEUYS traz-nos a voz de um dos mais influentes artistas do século xx. Joseph Beuys sintetiza nesta «conversa de oficina» (assim apresentada no subtítulo da edição alemã) alguns dos pressupostos centrais do seu trabalho, as motivações e percepções subjacentes ao conceito de «escultura social» e a sua concepção ampliada de arte. O diálogo — entre vários participantes e ao longo do dia 23 de Abril de 1979 — explora a ideia de uma arte indissociável de todas as formas de vida, baseada no pensamento crítico do capitalismo e da democracia, e engloba reflexões sobre ecologia, política e novas formas de dinheiro.
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    • Zonas de Baixa Pressão

    • 19.90
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    • António Guerreiro Edições 70 2021 | 9789724424651 | 500 pp. Publicadas originalmente no suplemento Ípsilon do jornal Público, as crónicas reunidas neste livro, de um modo geral, reivindicam uma condição de autonomia em relação à circunstância imediata na qual quase sempre tiveram origem: são micro-ensaios que praticam o nomadismo próprio da disposição teórica e que circulam livremente, desdenhando das fronteiras disciplinares, por territórios que constituem a nossa actualidade, tendo, regra geral, como guia conhecimentos e conceitos das chamadas ciências sociais e humanas. A ligação directa ao presente, de modo a apreender na contingência e no quotidiano aquilo que dá forma ao nosso tempo e nos permite nomear a época de que somos contemporâneos, é a marca mais saliente destes textos. No seu conjunto, eles vão descrevendo as tonalidades epocais, a partir de «sintomas» amplificados pelos media ou de manifestações de superfície.
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    • Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e poesia

    • 18.00
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    • G. E. Lessing Antígona 2021 | 9789726083672 | 320 pp. Laocoonte arrancou-nos à desajeitada região da intuição para entrarmos nos livres territórios celestiais do pensamento. (Goethe) Laocoonte ou sobre as Fronteiras da Pintura e Poesia (1766), obra fundadora da estética moderna, moldou desde a sua publicação debates em torno da crítica e da teoria da percepção, influenciando áreas como a teoria da literatura e a história de arte. Estudo sobre o famoso grupo escultórico, provavelmente do século II a.C. — que retrata o suplício do sacerdote troiano e dos seus filhos, episódio narrado por Vergílio na Eneida —, Laocoonte foi um dos primeiros ensaios a abordar a natureza da poesia, como arte do tempo, e da pintura, como arte do espaço, traçando os seus limites, diferenças e domínios específicos, ao mesmo tempo que operou uma verdadeira libertação do ut pictura poesis horaciano.
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    • A Colina Que Subimos – Um poema inaugural

    • 10.90
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    • Amanda Gorman Editorial Presença 2021 | 9789722367455 | 64 pp. A 20 de janeiro de 2021, Amanda Gorman tornou-se a sexta e mais jovem poeta a ler um poema na tomada de posse presidencial. Depois do discurso do 46º presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, Amanda subiu ao palco e conquistou o país e o mundo. A Colina Que Subimos - Um poema inaugural pode agora ser lido e partilhado nesta edição bilingue, com tradução de Carla Fernandes. Um livro para oferecer, ler e reler, que celebra a promessa da América e afirma o poder da poesia.
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    • Pão seco

    • 15.00
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    • Muhammad Chukri Antigona. 2021 2021 | 9789726083849 | 208 pp. «Ergui a cabeça para o céu. É mais nu que a terra.» Quando a fome grassa no Rife, uma família parte para Tânger em busca de uma vida melhor. Nas noites passadas ao relento, nos becos da cidade, o pequeno Muhammad, orgulhoso e insolente, descobre a injustiça e a compaixão, a tirania da autoridade, a loucura labiríntica da miséria, o consolo das drogas, do sexo e do álcool. E é na prisão que um companheiro lhe desvenda as maravilhas da leitura, mudando para sempre a sua vida. Estreia do autor em Portugal, em tradução directa do árabe, «Verdadeiro documento do desespero humano» (Tennessee Williams), obra de culto proibida até recentemente nos países árabes por tocar em tabus da sociedade magrebina, este avassalador romance autobiográfico consagrou o autor e continua a iluminar o caminho de várias gerações de renegados marroquinos.
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    • 20.90
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    • Michel Houllebecq Alfaguara 2021 | 9789897842078 | 384 Literatura, religião, fé, arte, filosofia, feminismo, conservadorismo, amor neste volume de textos, Michel Houellebecq regressa aos temas que sempre lhe interessaram, para dar a conhecer os pontos de vista que o têm celebrizado: frequentemente polémicos, quase sempre provocadores, sempre estimulantes. Neste primeiro livro de opinião publicado em Portugal onde encontramos o escritor a fazer um elogio a Trump ou numa conversa íntima com um amigo escritor, a defender o conservadorismo moderado ou a exaltar a literatura e o amor, temos um Michel Houellebecq mais directo, mais despido do filtro da ficção, sempre fascinante. Vemos um homem que calha ser um dos escritores mais relevantes do presente de pensamento absolutamente livre, impossível de definir com rótulos simplistas, um analista implacável daquilo a que chama a comunidade humana.
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    • 18.00
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    • David Diop Relógio d`Água 2021 | 9789897831638 | 128 PP. Numa manhã da Primeira Guerra Mundial, o capitão Armand comanda o ataque contra o inimigo alemão. Os soldados avançam. Entre eles estão Alfa Ndiaye e Mademba Diop, dois atiradores senegaleses que combatem sob a bandeira francesa. Alguns metros à frente da trincheira de onde saiu, Mademba Diop cai ferido de morte sob o olhar de Alfa, seu amigo de infância e mais do que irmão. Alfa vê-se sozinho no meio do caos do grande massacre das trincheiras, e a sua mente é abalada. Ele, ainda há pouco um camponês africano, vai distribuir a morte numa terra desconhecida. Espalha a violência e semeia o terror, a ponto de amedrontar os próprios camaradas. Deslocado para a Retaguarda, recorda o seu passado em África, um mundo ao mesmo tempo perdido e ressuscitado, cuja evocação é, só por si, um ato de resistência à primeira grande carnificina da era moderna.
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    • 17.00
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    • Ray Bradbury e Tim Hamilton Relógio d`Água 2021 | 9789897830723 | 168 PP. Fahrenheit 451 é a adaptação da clássica distopia de Ray Bradbury a romance gráfico, pela mão de Tim Hamilton. A história é a que conhecemos: Guy Montag é bombeiro, numa sociedade em que os bombeiros estão encarregados de destruir pelo fogo a mais ilegal das comodidades, os livros, bem como as casas que os albergam. As ilustrações de Hamilton dão uma energia electrizante ao clássico de Bradbury, que autorizou e prefaciou esta adaptação.
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    • Balada para Sophie

    • 36.00
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    • Filipe Melo e Juan Cavia Companhia das Letras 2021 | 9789897842825 | 320 PP. A vida de Julien Dubois, pianista de sucesso, confunde-se com a história da Europa do século XX. Desencantado e misantropo, vive a reforma numa velha mansão, com um gato e uma governanta por companhia. Um dia, é visitado por uma jovem jornalista que o incita a contar a sua verdadeira história. Nas paredes da casa, saturadas de fumo de cigarro e de velhas memórias, ressoa a confissão de uma vida feita de rivalidade, desamor e arrependimento. Balada para Sophie é uma deslumbrante novela gráfica de uma das duplas mais consagradas da Banda Desenhada em Portugal.
  • As Crónicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e  o Guarda-Roupa (n.º 2) Quick View
    • As Crónicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e  o Guarda-Roupa (n.º 2) Quick View
    • As Crónicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (n.º 2)

    • 10.90
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    • C.S. Lewis Ed. Presença 2021 | 9789722367226 | 168 pp. Publicado em 1950, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa é o segundo volume de uma das séries mais adoradas por várias gerações. A aventura começa durante a Segunda Guerra Mundial, quando Peter, Lucy, Edmund e Susan são obrigados a sair de Londres e a instalar-se numa pequena cidade em Inglaterra, na casa de um professor solteirão. Enquanto exploram a mansão, Lucy descobre uma passagem secreta muito especial no guarda-roupa do velho professor. Uma passagem que dá acesso a um mundo refém de um perpétuo inverno, por causa da magia da Feiticeira Branca. Tudo parece perdido, mas alguns ainda esperam e sonham com o regresso de Aslan, o criador solar das terras de Nárnia.
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    • As Crónicas de Nárnia – O Sobrinho do Mágico (n.º 1)

    • 10.90
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    • C.S. Lewis Ed. Presença 2021 | 9789722367219 | 184 pp. Escrito em 1955 por C. S. Lewis, este é o primeiro de sete volumes que compõem As Crónicas de Nárnia, um clássico da literatura juvenil. Há muitos anos, num frio e chuvoso verão em Londres, Digory e Polly conhecem-se e tornam-se amigos. Juntos, vão viver fantásticas aventuras. Tudo começa quando o tio de Digory, um mágico malvado, os manda repentinamente… para outro mundo. É então que encontram o caminho para Nárnia, um mundo encantado repleto de sol radiante, animais falantes, flores e árvores que crescem miraculosamente, criado através da canção do Leão. Inesquecível, este é o livro que nos mostra como tudo começou, fazendo-nos viajar até ao momento do glorioso nascimento de Nárnia.
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    • Integrado Marginal – Biografia de José Cardoso Pires

    • 20.90
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    • Bruno Vieira Amaral Ed. Contraponto 2021 | 9789896661816 | 600 pp. Notívago, boémio, brigão. Receoso de que a imagem pública lhe ensombrasse os méritos literários. Crítico do marialvismo. Acusado de ser marialva. Bem relacionado. Obcecado com a própria independência. O maior escritor da segunda metade do século XX. Um escritor datado e sem a mesma projeção internacional de um Lobo Antunes ou de um Saramago. Um espírito insubmisso. Um casamento duradouro. A convicção e a crença no próprio trabalho. Momentos de dúvida e angústia. Neste livro, vive um homem cuja personaldade foi formada no antagonismo. E um espírito que, apesar de amarrado a diversos ódios (ao campo, ao regime, à pequena burguesia da qual era originário, à literatura sentimental e demagógica, à polícia, à Igreja), nunca desistiu de Portugal e de ser escritor. Da influência inicial da literatura anglo-saxónica, passando pela necessidade de encontrar uma "sintaxe citadina", ou pela importância de incorporar a experiência na criação literária sem cair no sentimentalismo ou…
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    • Ana Margarida Carvalho Relógio d`Água 2021 | 9789897831584 | 120 pp. Os cenários de guerra são, por definição, lugares mal situados. Neles, as emoções são intensificadas, a generosidade, a compaixão, mas sobretudo a raiva, o medo, a crueldade e a bruteza. Nestes contos, Ana Margarida de Carvalho percorre alguns desses lugares, desde uma povoação de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, passando por uma biblioteca não nomeada, centro de operações da resistência, onde os livros servem para tudo menos para ler, até um lugar incerto onde há mulheres cercadas por snipers, as vozes são proibidas e o silêncio parece interminável.
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    • Jan Morris Tinta da China 2021 | 9789896716172 | 264 pp. Escreveu-o em 2001 e anunciou-o como aquilo que haveria de ser, apesar de só em 2020 termos perdido Jan Morris: o seu último livro de viagens. E logo dedicado a Trieste, cidade que, longe de ser a mais entusiasmante que esta intrépida viajante conheceu, foi aquela que a escritora viu como «uma descrição de mim própria». Uma cidade sempre à procura de si, sempre a reinventar-se, existencialista, pragmática, diversa e, apesar de existir sem grandes monumentos, bem resolvida e alegre, a que Jan Morris voltou várias vezes ao longo da sua vida, para só tardiamente reunir num único livro todas as impressões lhe ficaram. «Em certo sentido, Trieste é uma súmula de todas as viagens de Jan Morris: aqui, ‘sinto que este porto de mar opaco que povoa as minhas visões, tão cheio de doce melancolia, ilustra não somente as minhas emoções adolescentes do passado como também os meus interesses de…
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    • Jordan Scott e Sydney Smith Fábula 2021 | 9789895645428 | 44 pp. E se, sempre que tentasses falar, as palavras ficassem encravadas no fundo da tua boca? Baseado na sua própria experiência, o poeta Jordan Scott descreve, neste livro inspirador, a história de um menino que gagueja. «Quando as palavras que me cercam são difíceis de dizer, penso no rio indomável.» Sydney Smith, consagrado ilustrador canadiano, vencedor da Medalha Kate Greenaway, entre outros prémios de grande prestígio, e autor de Ser Pequeno na Cidade, ilustrou magistralmente este texto poderoso e intimista. Livro intimista e poético, em que o autor conta a sua própria história, com ilustrações expressivas que acrescentam informação, como uma dupla narrativa. História comovente que aborda a questão da gaguez e todas as suas implicações emocionais, mas que termina com um final de superação.  Um livro para quem se sente diferente, solitário ou incapaz de se integrar.
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    • 14.50
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    • Christian Bruel e Anne Bozellec Orfeu Mini 2021 || 9789899071018 | 56 pp. Diz-me, minha querida, porque não és como toda a gente? Eu não sou como toda a gente, mamã. Eu sou a Júlia! A Júlia não tem modos. A Júlia não é fácil. Uma verdadeira maria-rapaz, queixam-se os pais. Certa manhã, descobre que tem sombra de menino, mas quem acredita nela? Gentil Júlia, para ser amada deve portar-se como as outras meninas. Gentil Júlia, já não sabe quem é. De rótulos não precisa, mas tão-somente de um abraço. Um álbum original de 1976, provocante, revolucionário e actual, que nos convida a ver pessoas e não estereótipos.
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    • André Coelho Bestiário | 2021 Um álbum gráfico, a preto e branco, onde André Coelho nos deixa antever uma abstracta narrativa em que edifícios, paisagens e corpos aguentam a sua  perene sobrevivência de teor distópico e pós-humano. Dito de outra maneira: traço e deslembramento, poética da memória. Capa Dura 215 x 320 x 16 mm 176 pp.
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    • 2021 | 9786120011614 | 160 pp. Autores: Mariana Rezende Pinto, Carolina Ferreira Baptista, Margarida Ferra, Miguel Szymanski, Yara Monteiro A Mamute é uma revista de ensaios criativos e pessoais em formato longo. Será sempre esse o fio condutor a ligar textos tão diferentes entre si. No segundo número, fala-se de sotaques e como eles influenciam a ideia que os outros fazem de nós; aborda-se a anorexia de modo desafiante e provocador; relata-se como é passar um mês fechada em casa, com Covid, e três filhos por companhia; conta-se a história de muitas emigrações e uma identidade dividida entre Alemanha e Portugal; e termina-se com uma experiência de ancestralidade no seio de uma tribo amazónica. Cinco novos testemunhos em busca da curiosidade e empatia dos leitores.  
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    • João Narciso 2021 | 9789895309603 | 80 pp. Estes Ventos Negros é um relato ficcional da solidão em tempos de pandemia, murmurado pela voz sombria dos tempos que vivemos; é um relance possível daquilo que nos está a acontecer. «Vês uma flor negra a desabrochar numa fenda de um murete. Agachas-te. Colhes a flor. O cheiro das pétalas escorre pelos teus dedos, parece queimar. Pões a flor dentro de um envelope, abraçada a um dos teus postais, no verso do qual revelas quem és, quem foste, as minudências do que fizeste. Os teus gestos tão amáveis, os teus pensamentos tão perversos, as tuas palavras tão luminosas, os teus silêncios tão lancinantes. A tua mão é uma granada.» Capítulo 9
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    • autoras: Maria Celestina Fernandes, Mariana Ianelli, Natacha Magalhães, Kátia Casimiro, Angelina Neves, Lurdes Breda, Olinda Beja e Maria do Céu Lopes da Silva ilustração: Tânia Clímaco * “Contar histórias com a avó ao colo” é um livro infantil, cuja originalidade do título remete para ditados e expressões populares, mas também para uma certa ancestralidade e o saber passado de geração em geração. Oferece uma imagem maternal e feminina, pois reúne contos escritos exclusivamente por mulheres de diversos países lusófonos como é o caso de Angola (Maria Celestina Fernandes), Brasil (Mariana Ianelli), Cabo Verde (Natacha Magalhães), Guiné-Bissau (Kátia Casimiro), Moçambique (Angelina Neves), Portugal (Lurdes Breda), São Tomé e Príncipe (Olinda Beja) e Timor Leste (Maria do Céu Lopes da Silva). A ilustração é da autoria da portuguesa Tânia Clímaco. A edição é da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa e do Camões – Centro Cultural em Maputo que, pelo segundo ano consecutivo, se associam às comemorações do Dia…
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    • Léon-Paul Fargue Antítese 2021 | 9789895441563 | 144 pp. Em Poemas, publicado originalmente em 1912, Fargue mistura o Surrealismo com uma delicada quietude musical que evolui do Simbolismo francês. Ao mesmo tempo, as imagens frequentemente estranhas e perturbadoras de Fargue desdobram um sentido mais pessoal da sua poesia: a convicção de que a imagem poética é um regresso, uma reescrita da infância, um desbloqueio das passagens mais íntimas do tempo. Poemas é a primeira grande obra de Fargue, um ponto de viragem na sua escrita, e um conjunto exemplar de poemas em prosa.
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    • Brotéria 2021 | 9786120011669 | 101 pp. Assinalam-se neste ano 700 anos sobre a morte de Dante e o editorial de abril revisita e celebra o pensamento crítico daquele que, reivindicado postumamente pela Igreja, pronunciou palavras de crítica profética contra os seus representantes. Maria de Belém Roseira fala-nos da importância da Saúde enquanto parte de uma geoestratégia “saudável”, e Teresa Nogueira Pinto sobre o peso de uma herança histórica nas relações entre França e o Ruanda. Na secção de Sociedade e Política, Álvaro Domingues mapeia a cartografia difusa que descreve o chamado "Interior de Portugal" e Guilherme d’Oliveira Martins escreve sobre o caminho percorrido pelo Centro Nacional de Cultura e o a política de património cultural enquanto fator de coesão territorial. Em Religião, José Frazão Correia SJ descreve-nos a índole pastoral da doutrina cristã e, com um artigo de António Andresen Guimarães, descobrimos Elesbão e Efigénia, dois santos negros numa capela minhota. Nas Artes e Letras, Manuel Ferro evoca a eloquência e…
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    • 10.00
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    • Mário de Andrade Antítese 2021 | 9789895441556 | 106 pp. Pauliceia Desvairada foi publicado em 1922, ano em que também decorreu em São Paulo a Semana de Arte Moderna, que viria marcar o começo dos movimentos de vanguarda no Brasil. Marco do Modernismo brasileiro, Pauliceia Desvairada começa com «Prefácio Interessantíssimo», que funda, ao jeito de um manifesto, os princípios de uma nova corrente estética, que se concretizaria nos poemas que compõem Pauliceia, e que se apropria de São Paulo enquanto paisagem e motivo dos princípios estéticos definidos por Mário de Andrade, como o verso livre e a expressão de uma urbanidade sintética, fragmentária, anti-romântica e antiburguesa. Enfim, a expressão de uma arte nova, que Pauliceia Desvairada veio inaugurar nas letras brasileiras.
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    • Frederico Pedreira Assírio & Alvim 2021 | 9789723721607 | 104 pp. Em Coração Lento, assistimos ao afinar meticuloso da linguagem poética, um monumento de cujas ruínas se reergue a paisagem em chamas desse lugar onde, a custo, tentamos sempre voltar. Frederico Pedreira, no seu livro de estreia na Assírio & Alvim, constrói esse caminho de volta como se as suas palavras fossem cristais de sal: Mocho malabarista, rodeado de santaria, trata-me, digamos, com carinho, e ao voltares as páginas da minha heráldica, não digas um dia, quando a biblioteca estiver calada; – não se aproveita nada desta ninhada.