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    • Rostos da Morte - Investigações filosóficas sobre a Morte Byung-Chul Han Relógio D'Água 2021 | 9789897831034 | 240 pp. “Em torno da morte proliferam fenómenos. A morte faz com que se desenrolem metáforas e metonímias. Tal é a aparência necessária que faz com que a vida seja o que é. Mas o aparente não é o falso, não é o oposto do verdadeiro. A aparência não se limita a falsear o ser, mas faz com que ele se manifeste de um determinado modo, transformando-o assim em linguagem.” A perda pela morte é irreversível e também por isso é difícil olhá-la de frente. Mas a reflexão sobre a morte pode convertê-la numa experiência viva. Byung-Chul Han fala-nos da caleidoscópica variedade da morte, através das suas leituras de Adorno, Heidegger, Derrida, Levinas, Kafka e Handke. Este seu livro procura tornar audível a linguagem da morte, que nos vai interpelando ao longo da vida. É assim que se abrem novas perspectivas, surgindo a morte como…
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    • Slavoj Zizeck Edições 70 2020 | 9789724423593 | 500 pp. Na mais rigorosa articulação do seu sistema filosófico, Slavoj Zizek oferece nesta obra nada menos do que uma nova definição de materialismo dialético. Ao forjar esse novo materialismo, Zizek critica e desafia não apenas o trabalho de Alain Badiou, Robert Brandom, Joan Copjec, Quentin Meillassoux e Julia Kristeva (para citar apenas alguns), mas também uma pletora de temas, desde a ciência popular e a mecânica quântica até à diferença sexual e a filosofia analítica. Novas leituras radicais de Hegel e Kant surgem a par de animados comentários sobre cinema, política e cultura. Aqui está Zizek no seu melhor.
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    • Victoria Camps Edições 70 2021 | 9789724423944 |186 pp. Aprender a duvidar implica distanciar-nos do consabido e pôr em questão os lugares comuns e os preconceitos, questionar o inquestionável. Num tempo de extremismos, antagonismos e confrontações como o que vivemos, urge antepor a dúvida às reações viscerais, aproveitadas pelos movimentos populistas para fazer crer que há soluções simples e definitivas para os problemas com que nos deparamos, por mais complexos que sejam. A dúvida é o primeiro movimento da crítica, da deliberação, do exame a nós próprios. A dúvida desassossega, provoca, compromete, estimula. É um antídoto contra a busca de refúgio em soluções utópicas. Elogio da Dúvida, da filósofa espanhola Victoria Camps, percorre as vicissitudes da dúvida ao longo da história do pensamento - nestas páginas ecoam Platão, Aristóteles, Descartes, Espinosa, Hume, Montaigne, Nietzsche, Wittegenstein, Russell, Rawls e tantos outros que não se conformaram com as certezas que herdaram -, e fá-lo de forma acessível a um vasto público, sem renunciar ao…
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    • Henry David Thoreau Antígona - Editores Refractários 2017 | 9789726081067 | 366 pp. «Thoreau, íntimo com os quadrúpedes, os peixes, as aves e os répteis, tem para contar singulares aventuras amáveis episódios com estes inferiores irmãos dos mortais. Do mesmo modo, as ervas e as flores, quer cresçam nos jardins ou nos bosques, são seus amigos. Dá-se também intimamente com as nuvens, podendo até contar-nos os portentos das tempestades. Uma sua feição característica consiste em mostrar grande veneração pela memória das tribos índias, cuja vida silvestre lhe teria convido às mil maravilhas; e, caso estranho, raramente percorre um campo lavrado sem nele desencantar a ponta duma flecha duma lança ou outras relíquias dos peles vermelhas, como se o espírito destes o tivesse escolhido a ele para herdeiro da sua simples riqueza.» Nathaniel Hawthorne
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    • Henry David Thoreau Antígona - Editores Refractários 2016 | 9789726082811 | 168 pp. A beleza e a verdadeira riqueza são sempre assim, baratas e desprezadas. O paraíso poderia ser definido como o lugar que os homens evitam. A par dos seus textos políticos mais interventivos, Henry David Thoreau celebrizou-se no Nature writing , com escritos telúricos em que a Natureza e a sua sagacidade dão azo a reflexões e inevitáveis comparações com a existência humana. E, no ocaso da vida, o autor polia com esmero os dois breves ensaios aqui reunidos, publicados postumamente em 1862, na revista The Atlantic Monthly . Em Maçãs Silvestres , o leitor depara com um poético catálogo de espécies, que celebra as virtudes destes humildes frutos, capazes de brotar estoicamente nos recantos mais esquecidos dos bosques. Triunfo do natural e do autêntico sobre tudo o que é civilizado, neles se revê inevitavelmente Thoreau, eterno paladino de salutares despertares anímicos. Cores de Outono é uma ode a esta estação, um hino a matizes e cambiantes da…
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    • A torção dos sentidos

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    • A torção dos sentidos: pandemia e remediação  digital João Pedro Cachopo Documenta 2020 | 9789899006614 O que revela a pandemia sobre o mundo em que vivemos? De que modo está a transformar as nossas vidas? Como podemos e devemos posicionar-nos em termos éticos, políticos e artísticos perante estas transformações? Paulatinamente, sem que disso nos apercebamos, a pandemia e as medidas tomadas para contê-la estão a transformar as nossas vidas. Não me refiro às belas mascarilhas. Nem às restrições à mobilidade. Nem sequer às angústias com as vagas de contágio. Ou refiro-me a tudo isto, tomando-o pelo que é: um conjunto de epifenómenos. Pois o acontecimento - sobre o qual poderíamos dizer, recordando uma expressão de Nietzsche, que nos deixa atónitos, a contar «as doze badaladas vibrantes daquela nossa vivência, da nossa vida, do nosso ser» - tem outra fundura: é um abalo dos alicerces que sustentam a imaginação do próximo e do distante que revolve o sentido de tudo o que sabemos,…