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    • ZARA, Edição Poliglota

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    • Antero de Quental Edições do Saguão 2022 | 9789895329182 | 160 pp. «Seria tentado a afirmar que o poliglota é aquele homem que, no seu multilinguismo, perde a faculdade de pensar e dizer, com o vigor e a graça nativos, num só idioma: e, enchendo-me de coragem, julgaria que num livro, nascido ou tornado multilingue, se luz houvesse, se nublaria, e se escurecido, tornar-se-ia escuro como breu. Mas com frequência se ama caminhar nas sombras, e descolorir as imagens, e repintá-las à nossa maneira: para que, em vez de se abrir uma porta dentro do cérebro dos escritores, se preferir entreabri-la, olhar e não olhar, ver e não ver.» — Emilio Teza
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    • Yannis Ritsos Edições do Saguão 2022 | 9789895329175 | 160 pp. «[...]os Diários são uma colecção de poemas curtos, divididos em três partes: Ritsos escreve as duas primeiras ao longo de quatro meses, de Outubro de 1948 a Janeiro de 1949, enquanto exilado no campo de reeducação de Limnos; escreve a terceira parte no ano seguinte, entre Janeiro e Junho de 1950, no campo de Makrónissos. É um diário (quase) quotidiano de impressões e descrições da vida do dia-a-dia num campo de prisioneiros. [...] O poeta abre assim a porta a uma nova dimensão do exílio: desde a espacialidade - isto é, do exílio geográfico nas ilhas à periferia da sociedade - até à temporalidade, perguntando-se qual é o seu papel neste período crucial para a Grécia.[...] De facto, a paisagem com os seus elementos naturais actua como uma caixa de ressonância para a tensão psicológica que emerge da prisão e do exílio. A paisagem física é transformada numa paisagem mental, muito…
  • Walter Benjamin: A Sobrevida das Ideias – Ensaios e Diário Quick View
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    • Walter Benjamin: A Sobrevida das Ideias – Ensaios e Diário

    • 16.00
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    • João Barrento Edições do Saguão 2022 | 9789895329151 | 352 pp. «Nos ensaios que compõem este volume, o leitor – tal como eu próprio, ao escrevê-los – encontra-se sempre com Walter Benjamin em espaços nos quais o pensamento se demora em zonas de passagem, limiares que, espera-se, permitirão vislumbrar alguns núcleos importantes da sua Obra. No movimento de um pensamento como o de Benjamin – que, de facto, é móvel e move, é enigmático e luminoso – é sempre mais significativa a deambulação por essas zonas de abertura do que a passagem da linha de fronteira que delimita problemas, com a pretensão de chegar à sua solução e fixação. Benjamin e o seu método de pensar participam em alto grau da natureza do que é a um tempo oblíquo e transparente, configurando-se num modo de pensamento essencialmente prismático. Prismas poderia também ter sido o título deste livro, se Adorno o não tivesse já dado a um dos seus. Os ensaios que aqui…
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    • 14.00
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    • Johann Wolfgang Goethe Edições do Saguão 2022 | 9789895329144 | 164 pp. «O ensaio sobre a metamorfose das plantas é uma obra cuja trama se constrói sobre as inúmeras observações realizadas por Goethe em torno do crescimento das plantas, apontando para a determinação das leis da sua formação e transformação. Esse propósito é concretizado pelo dar conta das constâncias visíveis nesse crescimento, expressas na dinâmica expansiva e contractiva que caracteriza o espaço do próprio crescimento, dotando-o de uma figura identificável. Dos seus parágrafos é necessário reter, em primeiro lugar, que a reprodução (a produção do semelhante) é o alvo, o grande objectivo do processo de crescimento […]; na base desta ordenação temporal sucessiva encontram-se dois grandes ritmos polares: o de contracção e o de expansão. Deparamos aqui com uma das versões do tema da economia da natureza integrada em questões de constituição de uma teoria morfológica. […] Em segundo lugar, concluímos que o processo de crescimento e o processo de reprodução levam…
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    • 20.00
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    • David-Alexandre Guéniot Ghost Editions 2022 | 9789895442263 | 304 pp. “A partir de 2016, a fotografa Patrícia Almeida, minha companheira, reúne documentos sobre a fotografia. Selecciona exemplos que apresenta aos estudantes, compra manuais em segunda-mão, reencontra os seus primeiros negativos. Projecta um livro sobre a sua história pessoal da fotografia. Alguns meses mais tarde, a Patrícia morre e deixa o seu projecto inacabado. No dia da sua morte, o representante da agência funerária pede-me um retrato para o velório. Penso então: “É a sua última imagem!”, e o projecto da Patrícia estava relançado... Esta última fotografia dela transformou-se na primeira, aquela com que várias histórias iriam começar: uma pesquisa fotográfica a retomar, uma ausência a explorar, um amor a concluir.” David-Alexandre Guéniot ARTE EM FLUXO reflecte sobre o lugar da arte no fluxo do tempo, problematizando o papel do museu, do arquivo e da Internet. Até à modernidade, ultrapassada a crença nas ideias eternas e no espírito divino, resistir à corrente do…
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    • 12.00
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    • José Miguel Gervásio Língua Morta 2022 | 224 pp. "Os monstros que me acompanham lancei-os numa especial pista de dança, libertando-me da singularidade do seu peso na medida em que lhes dei uma voz para que sentissem tudo, tudinho em volta. As "Valsas" são delas e deles. Pois que dancem, que pulem, que gritem, que enlouqueçam, que façam amor nos jardins da cidade se assim lhes apetecer. No final tudo acaba bem, abraçados os mortos aos vivos a cantar."
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    • 15.00
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    • João Botelho Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema 2022 | 9789726192961 | 216 pp. Organização de António Rodrigues & João Botelho • 2022 Cinemateca Portuguesa 216 pgs • Textos de José Manuel Costa, João Botelho, Antonio Rodrigues, Olivier Assayas, Fernando Cabral Martins, Bernardo Pinto de Almeida e Fernando Cabral Martins • Extensa entrevista de António Rodrigues ao realizador • Filmografia e calendário das sessões • Texto de JB sobre a sua carta branca • Grafismo de João Botelho & Nuno Rodrigues da Costa • PVP 15€ • Linha de Sombra • Cinemateca Portuguesa. “Um cinema que impõe o fabricado, o artifício que é encenado, como acontecimento verdadeiro diante dos nossos olhos não é um grande cinema. Perante a “coisa” premeditada, organizada, enfim, manipulada, o ideal de verdade desaba. Tornar claro o obscuro é afirmar sempre desde os primeiros fotogramas que se trata de um espectáculo, bom ou mau que ele seja. Ver e ouvir (mesmo no mudo, as notas de um piano ou até…
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    • 17.00
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    • Boris Groye Orfeu Negro 2022 | 9789899071490 | 232 pp. ARTE EM FLUXO reflecte sobre o lugar da arte no fluxo do tempo, problematizando o papel do museu, do arquivo e da Internet. Até à modernidade, ultrapassada a crença nas ideias eternas e no espírito divino, resistir à corrente do tempo era a promessa secular da arte. Hoje, a sua materialidade contingente rende-se aos metadados, e a reprodução técnica de objectos sem aura dá lugar à produção digital da aura sem objecto. Boris Groys serve-se de inesperadas inversões do olhar para nos propor novas possibilidades interpretativas, ampliando o próprio âmbito da arte e da filosofia. Uma cativante reunião de ensaios, que põe em diálogo vanguardas e contemporaneidade, arte e activismo, por um dos teóricos mais originais da actualidade.
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    • Serge Daney The Stone and the Plot 2022 | 9789895380602 | 148 pp. "Quanto à situação actual no país do Cinema, este não é suficientemente vital para produzir algo comparável com o passado. Havia um império, é certo, mas isso permitia ao embaixador Eisenstein jogar ténis com Chaplin. Houve uma guerra mundial, mas isso permitiu que Buñuel e Ivens, sentados em Hollywood, escrevessem um guião para Garbo. Mais perto de nós, quando Fassbinder retomou Sirk, quando Godard falou com Lang, ou Glauber Rocha passou um raspanete post mortem a Pasolini, havia um país, porque havia verdadeiros habitantes que falavam a mesma língua. Essa era a beleza dos “novos cinemas” dos anos sessenta e também ela se evaporou. Os melhores cineastas actuais não são verdadeiramente “irmãos”, estão antes confrontados com o definhamento das suas margens de manobra que faz com que se pareçam uns com os outros, mas não como irmãos, nem sequer como rivais. Isto só existe durante festivais, e Cannes, por…
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    • 16.00
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    • Maggie Nelson Orfeu Negro 2022 |  9789899071506 | 182 pp. ARGONAUTAS transporta-nos numa viagem em torno do desejo e da identidade de género, das possibilidades do amor, da família e da maternidade. Através de um relato íntimo e fragmentário, Maggie Nelson incorpora nas suas experiências perspectivas teóricas de autores como Roland Barthes, Judith Butler, Gilles Deleuze e Ludwig Wittgenstein, esbatendo as fronteiras entre o ensaio e a memória, o político, o filosófico, o estético e o pessoal. No centro deste fluxo de pensamento está a sua relação amorosa com o artista Harry Dodge, a família que esta união configura e a viagem que empreendem os seus corpos, em permanente devir: Harry submetendo-se às alterações físicas e hormonais de uma transição de género, Maggie engravidando e vivendo as transformações da gravidez. Uma obra de «autoteoria» e uma reflexão crua e oportuna sobre as políticas de identidade, o feminismo e a teoria queer.
  • Meditações Sobre o Escorpião e Outras Prosas Quick View
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    • 16.00
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    • Sergio Solmi Barco Bêbado 2022 | 113 pp. «Como foi que mais tarde vim a amar as imagens belas, as estátuas, os monumentos onde o pensamento parecia ter conseguido reter até o seu acento, a sua flexão mais volúvel e secreta? As Idades, que dormiam absortas num espaço seu, imaterial e sumptuoso, a um primeiro entreabrir-se da memória recomeçavam a florir. A obra girava em torno do fulcro da sua existência renascida, vivia no esforço dos braços que a reerguiam uma vez mais à altura dos olhos, alada e respirante como uma criatura mortal. Colhendo a certeza inicial, a pulsação informe de onde brotara, o meu pensamento, sustido pelas linhas, iluminado pelas cores, tornava-se, ao segui-la, mais rigoroso e flexível do que uma música. E, chegado aos confins da criação, à extremidade do círculo encantado, o hálito destrutivo da vida surpreendia-me juntamente com um amargo sentimento do nada, quase um fino e orgulhoso temor de ter dominado o tempo, sem que ele…
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    • 20.00
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    • Osvaldo Lamborghini Barco Bêbado 2022 | 127 pp. (inclui o texto de Leopoldo Fernández, que serviu de posfácio à edição primitiva de El Fiord) tradução e nota introdutória: Mariano Alejandro Ribeiro pinturas (capa e miolo):Theodore Ushev
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    • 20.45
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    • Colson Whitehead Alfaguara 2022 | 9789897843877 | 408 pp. Ray Carney tem uma história semelhante à de várias outras do seu bairro. É vendedor de mobília, pai de família, homem pacato. Pouca gente sabe que ele descende de uma linhagem de rufiões e que, sob a aparência de normalidade, há várias pontas soltas no seu caminho. Como o dinheiro nem sempre chega, Ray desenrasca-se com esquemas trapaceiros e biscates pouco recomendáveis, à boleia das atividades ilícitas do primo Freddie. Mas há um dia em que os planos dão para o torto e Ray cai numa teia de corrupção, crime e pornografia, a que não faltam polícias duvidosos e arruaceiros sem escrúpulos. Começa aqui a sua vida dupla e Ray vai percebendo melhor quem realmente puxa os cordelinhos por ali. Um mistério policial entrelaçado com a história de uma família comum, encenado no fervilhante Harlem dos anos 60, sobre o pano de fundo do movimento dos direitos civis, numa época histórica irrepetível, que…
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    • 18.00
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    • Samantha Rose Hill Relógio D'Água 2022 | 9789897832758 | 248 pp. Hannah Arendt é uma das mais renomadas pensadoras políticas do século XX, e a sua obra é de uma enorme atualidade. Nasceu na Alemanha em 1906 e publicou o seu primeiro livro aos 23 anos, antes de voltar as costas ao mundo da filosofia académica para se ocupar da ascensão do Terceiro Reich. Depois da guerra, Arendt tornou-se uma das mais proeminentes intelectuais do seu tempo, publicando obras influentes como As Origens do Totalitarismo, A Condição Humana, Entre o Passado e o Futuro e Eichmann em Jerusalém.
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    • 17.70
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    • Carlo Levi Livros do Brasil 2022 | 9789897111907 | 240 pp. Pequeno conjunto de casinhas empilhadas sobre um precipício de argila branca, Gagliano surge aos olhos de Carlo Levi, naquela tarde de agosto de 1935, como uma terra às portas da civilização, da História, da humanidade. «Nós não somos cristãos», dizem os seus habitantes. «Cristo parou em Eboli.» Foi para esta localidade, na região empobrecida e isolada da Lucânia, no sul de Itália, que o médico, pintor e escritor se viu enviado para confinamento por oposição ao regime fascista de Benito Mussolini. Durante os cerca de dez meses que ali viveu, Levi refletiu sobre aquela paisagem, as suas gentes e a sua resignação à pobreza, à ruralidade, à perpetuação das crenças dos antepassados. Em 1945, publicou o testemunho desta experiência, uma narrativa envolvente na qual se mistura ficção, memória, registo sociológico, ensaio e literatura de viagem. Considerada a obra-prima de Carlo Levi, Cristo Parou em Eboli foi adaptada ao cinema e estudada nas…
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    • 17.70
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    • Gonçalo M. Tavares Bertrand Editora 2022 | 9789722535717 O Diabo, pela mão de Gonçalo M. Tavares, vem juntar-se ao mundo literário das Mitologias, um universo habitado por personagens que se movem num tempo e espaço indeterminados onde o referencial é aquilo que nos vai sendo contado. Aqui a verdade científica e a sua lógica pouco importam. Dotados dessa ampla liberdade, os leitores deambulam entre narrativas fantásticas que tanto actualizam explicações para um mundo em que vivemos como retratam traços marcantes da natureza humana que o habita. É um espaço imaginário onde, entre muitos outros, se entrecruzam o diabo, a escola, os corvos e o trator, as palas com todas as suas limitações e virtualidades, o cemitério de aviões e a loucura, os direitos dos homens, o Grande-Armazém, o Povo-Armazenado, os três fios vermelhos, os Doze-Apóstolos, a canalização, os piolhos, o crânio de Olga, os nomes, Paris, os Nómadas, o Comboio e os Meninos, o Homem-que-Quando-Fala-Não-se-Entende-Nada, o crescimento de Alexandre (a linha recta).…
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    • 17.70
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    • Francisco José Viegas Porto Editora 2022 | 9789720034700 | 336 pp. Ao longo de um ano, entre um encontro literário na Póvoa de Varzim e o início da pandemia, ninguém soube do paradeiro de Cristina Pinho Ferraz, escritora extravagante, premiada e temida. Até que, nos jardins românticos do Palácio de Cristal, no Porto, a coberto da copa das árvores, apareceu um corpo enterrado sob a terra, dividido em várias partes. Porém, a nova investigação do inspetor Jaime Ramos (que entretanto fora substituído na divisão de homicídios) não começa com a descoberta desse cadáver; pelo contrário, obriga-o a recuar no passado, a ouvir testemunhos sobre vaidade, vingança, literatura e ambição, e também histórias de família ou de amor e melancolia. Enquanto o confinamento se espalha sobre vivos e desaparecidos, Jaime Ramos reconstitui a biografia daquela mulher e a história de uma família e de uma genealogia do poder nas margens da tradição judaica portuense, confrontando-se mais uma vez com as suas obsessões: a…