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    • Rosa Maria Martelo Documenta 2022 | 9789898833815 | 224 pp. Este livro procura apreender a experiência temporal expansiva gerada pelo discurso poético enquanto forma de resistência, e acompanha alguns processos de inquirição do tempo em que vivemos, dos ritmos com que vivemos. Essa inquirição envolve uma atenção exacerbada ao vocabulário, aos modos de dizer. E passa, de maneira não necessariamente explícita, pela inquirição metadiscursiva e pela experimentação do discurso. Somos as palavras que dizemos, mas também somos a recusa de muitas outras, que não iremos proferir nunca. Palavras que instituem papéis sociais injustos, regulações e normas discutíveis, palavras que tantas vezes espartilham a imaginação e a possibilidade de outros mundos. Como se não houvesse alternativa. […] Passámos a viver isolados, a marcar encontros em ambientes digitais que nos parecem tremendamente insípidos, mesmo se em grande parte lhes devemos o pouco contacto que nos foi possível manter nas fases mais críticas. A vida parece suspensa, como se, entre o passado e o futuro, habitássemos um hiato, um intervalo que ninguém sabe ao…
  • Se Confinado um Espectador – O Cinema como Metamorfose da Experiência Interior Quick View
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    • José Bogalheiro Documenta 2022 | 9789895680252 | 112 pp. Os textos que agora se reúnem em livro foram originalmente publicados, com periodicidade mensal, a partir de Novembro de 2020, no site de cinefilia À Pala de Walsh, sob a forma de crónicas a que, numa variação tomada de empréstimo em Italo Calvino, foi dado o título genérico de «Se Confinado Um Espectador». Nos mesmos foram-se constituindo umas tantas propostas de reflexão, hipóteses em aberto, investigações subterrâneas sobre formas de vida cinematográfica que a condição de espectador em tempo de pandemia convocou, formuladas que foram no encalço de uma ideia de «cinema como metamorfose da experiência interior». Se é verdade que durante o confinamento o recurso à ficção e, mais genericamente, à cultura pôde demonstrar até que ponto há uma tão grande dependência da ficção e teria mesmo tornado mais fácil explicar porque é que a cultura é absolutamente necessária para todos, tal não impediu que, ao mesmo tempo, se produzisse uma bem visível retracção dos consumidores na frequentação…
  • Vida a Crédito – Arte Contemporânea e Capitalismo Financeiro Quick View
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    • Tomás Maia Documenta 2022 | 9789895680139 | 240 pp. Na era do capital fictício é a própria ficção que é capital e que é o capital. Eis por que razão a arte — pela primeira vez na sua história — está a ser destruída no seu ser: o conceito operante do capitalismo financeiro é o mesmo pelo qual a arte se deixou pensar ao longo do seu percurso milenar: em grego, mimesis, em latim, fictio. «Arte contemporânea e capitalismo financeiro: se a primeira das duas designações tomará apenas o significado de índice histórico (pois interrogá-la em si mesma motivaria um outro livro), já a segunda será objecto de um prolongado exame (religioso e metafísico). Com efeito, trata-se sobretudo de tornar inteligível o modo como, na era contemporânea da história da arte (sobretudo a partir dos anos setenta do século passado), a criação artística começou a comprometer-se com a financeirização da economia (e o predomínio da finança coincide, precisamente, com o advento da…
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    • Amadeu Lopes Sabino Relógio d'Água 2022 | 9789897832369 | 152 pp. "No decorrer da nossa conversa privada, Anne-Marie tinha-me dito que, aos sábados de manhã, ia ao mercado da place Flagey comprar frutas e legumes frescos. Seria acaso da conversa ou código de reencontro? Era vegetariana às vezes, disse rindo, outras vezes carnívora, outras tudo, outras nada. No sábado seguinte ao jantar oferecido ao príncipe, saí cedo de casa, armado de gabardina e guarda-chuva, e às oito e meia estava sentado a uma mesa chegada à vitrina do café Flagey, na esquina da chaussée d’Ixelles, lugar ideal para observar o movimento na praça. Uma hora mais tarde já tinha lido duas vezes as gordas do Le Soir, fumado um maço de cigarros e bebido três supostos cafés de filtro, mais precisamente três chávenas de água com cheiro a café. Chuviscava e fazia frio no exterior. Apesar dos vidros embaciados da vitrina, não perdi uma imagem do que se passava no mercado, mas…
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    • Karel Čapek Antígona 2022 | 9789726083856 | 208 pp. Quando, na senda do progresso, o mundo assiste à descoberta de um engenho capaz de produzir energia ilimitada por tuta-e-meia, poucos adivinhariam que esta maravilha moderna teria um grave efeito secundário: a libertação do inquietante Absoluto, a essência espiritual contida na matéria, que converte todos os seres - dos mais mundanos aos levianos - em fervorosos fanáticos religiosos. Rapidamente o planeta está a braços com uma epidemia de religiosidade e vê a sua população transformada em multidões de crentes, que ora fazem milagres, ora pregam o amor ao próximo, e que, em breve, querem converter por todos os meios as nações vizinhas à sua verdade, indiscutivelmente a suprema e a melhor, desencadeando uma inevitável guerra global. O romance A Fábrica do Absoluto (1922), sátira brilhante e premonitória que não ganhou uma ruga, é agora publicado em tradução directa do checo, com desenhos de Josef Capek (1887-1945), o irmão do autor, retirados da edição original.
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    • Gerrit Komrij Guerra & Paz 2022 | 9789897027413 | 168 pp. Um Almoço de Negócios em Sintra é um sublime livro que nos mostra a visão do autor Gerrit Komrij sobre Portugal e sobre os portugueses. Será a nossa portuguesíssima realidade a matéria deste Almoço de Negócios? Pode dizer-se que sim se soubermos que factos, situações e personagens levam também um banho de ficção. Tendo escolhido Portugal como o país para viver, esta marcante figura da vida intelectual neerlandesa mergulha nas nossas vidas, desmascarando as nossas virtudes e defeitos aos olhos de um estrangeiro que tudo estranha. e deixa-se, depois, como o Balzac das Cenas da Vida Privada, assaltar pela doçura de alguém que se apaixonou pela terra e pela sua gente. Narrativa híbrida, Almoço de Negócios é um misto de conto, crónica e memória, e mostra-nos o olhar satírico, enternecedor e humano do autor, numa linguagem mordaz, natural, brilhantemente vertida para o português por Fernando Venâncio, linguista e autor de Assim Nasceu…
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    • Olivier Bourdeaut Guerra & Paz 2022 | 9789897028267 | 190 pp. À Espera de Bojangles, extraordinário livro de estreia de Olivier Bourdeaut, é um bestseller agraciado com vários prémios e adaptado ao teatro e ao cinema, tendo-se tornado num romance de culto, fascinando o público e a crítica desde o seu lançamento. Este romance cómico, trágico e singular é uma história, contada por uma criança, do amor louco de um encantador casal excêntrico que teimosamente se recusa a contentar-se com a realidade e prefere inventar fantasias, à beira-mar espanhola, ao som da canção da americana Nina Simone. Nunca a expressão amor louco foi usada com tanta propriedade. o optimismo das comédias de Frank Capra, aliado à fantasia da Espuma dos Dias, de Boris Vian.
  • O Meu Corpo, Este Desejo, Esta Lei – Reflexões Sobre a Política da Sexualidade Quick View
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    • Geoffroy de Lagasnerie BCF 2022 | 9789895339815 | 84 pp. «E se precisássemos de nos apoiar em princípios completamente diferentes para pensar a sexualidade e a luta contra as violências sexuais nos dias de hoje? É o que nos propõe Geoffroy de Lagasnerie neste texto que tem por objectivo transformar o espaço de discussão sobre as principais questões da política da sexualidade: a dominação, o consentimento, as zonas cinzentas, a influência, a impunidade, a perspectiva das vítimas. Um livro que lança as bases de uma concepção renovada, pluralista, libertadora e não repressiva do corpo, do desejo e da lei.»*O livro é a versão desenvolvida de uma conferência proferida por ocasião de colóquio «Édouard Louis: Escrever a violência», ocorrido na Cidade Universitária de Paris, a 19 de Junho de 2021.
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    • Ushio Amagatsu VS. 2022 | 9789899105003 | 40 pp. Diálogo com a Gravidade, prosa poética que podia ao mesmo tempo ser uma carta a um jovem bailarino, é, no fundo, um manual acerca da dança, uma reivindicação de que «o corpo existe» e encontra a sua «expressão numa tensão física».
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    • Pier Paolo Pasolini VS. 2022 | 9789899105065 | 128 pp. «"Tenho a vida de um gato", dizia Pasolini. E então ria, oferecendo-se ao risco de viver com uma espécie de alegria que talvez fosse a sua única alegria. Temia a protecção dos objectos, temia a protecção da ideologia, até mesmo a protecção dos pensamento sábios, do bom senso. De quando em vez, rompia o invólucro para sentir na cara a solidão e o risco das coisas que ele estimava profundamente. Tudo, dito ou não dito, parecia nele exprimir a ideia fixa: não há nada a fazer, não há como escapar. Então para quê se proteger, para quê se adaptar aos adarves das coisas meio feitas, meio ditas, meio aceites? Brincava com o privilégio (do cinema, do sucesso) como o ilusionista Houdini, com correntes cada vez mais robustas, baús mais profundos e risco cada vez mais "inevitáveis". Neste jogo horrendo tornava-se profeta. Um estranho profeta, ágil, de atalaia, precisamente porque se desarmara e…
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    • João Carlos Raposo Nunes Maldoror 2022 | 9789895311590 | 116 pp. Antologia da poesia do poeta-livreiro de Setúbal, João Carlos Raposo Nunes. Com organização, edição e introdução de Nuno Miguel Neves. «[...] Tudo isto assume um sentido acrescido se tomarmos em consideração uma outra questão que se afigura como estruturante na obra de João Raposo e que encontra também reflexo no título da presente antologia que se conjuga no plural. Nada podia fazer mais sentido quando a poesia de Raposo Nunes prefigura claramente, como se pode ver, aquilo que poderíamos nomear como uma poética da amizade — uma conversa permanente a que o título da antologia também responde ao nomear o bando — que atravessa toda a sua obra, com amigos e companheiros e companheiras de viagem. «Ode aos amados» é, nesse sentido, o poema mais representativo desse gesto de comunhão, um imenso e permanente gesto afectivo de que as imensas dedicatórias, nomeações e referências são também testemunho. Como se lê num…
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    • Ana Luísa Amaral Assírio & Alvim 2022 | 9789723722253 | 384 pp. Estes são poemas de precisão, questionamento e de receitas para várias crises: O Olhar Diagonal das Coisas reúne os 17 livros de poesia de Ana Luísa Amaral, trinta anos em verso inaugurados por Minha Senhora de Quê (1990), até ao mais recente Mundo (2021). METAFÍSICO FRUTO Um fruto reticente é a saudade: a pele custosa à faca, olhos como cavernas onde a faca não chega e uma arte cirúrgica é precisa. Não posso permiti-la no caixote a insistir-me a alma. Por isso insisto a arte e a minha perícia em lhe arrancar a pele, os olhos reticentes de Sibila. Às fatias depois — tarefa igual —
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    • Rui Conceição Silva Visgarolho 2021 | 9789895316700 | 351 pp. Quantos silêncios e quantos sonhos cabem no peito de um homem? Nascido para ser pastor, Rodrigo viveu a infância com os seus pais e irmãos numa velha cabana isolada na montanha, tendo desde cedo aprendido o silêncio, bem como a dor e a saudade, pela morte do irmão mais velho na guerra do ultramar. Os seus melhores dias foram passados na montanha com o avô Josué, a quem chamavam Celtibero, e na escola primária, onde conheceu os primeiros amigos e se deixou enfeitiçar por uma moira encantada. Rodrigo sonhava para si uma vida diferente, o avô incentivava-o a contrariar um destino que parecia certo, incitava-o a partir e correr mundo. Ouviu palavras idênticas a um homem que apareceu na montanha a tocar um tambor para os ancestrais.
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    • Paulo Moreiras Visgarolho 2021 | 9789895316717 | 187 pp. O Caminho do Burro é uma antologia dos melhores contos escritos por Paulo Moreiras, entre 1996 e 2017, que andavam dispersos por diversas publicações, algumas hoje esquecidas ou de difícil acesso. Contos onde o picaresco e a malícia do povo português andam de braço dado com as invejas e as cobiças de gente ruim e sem escrúpulos. Uns à procura de uma vida melhor, do amor, da amizade e outros a engendrar estratagemas a fim de estragar os bons planos do vizinho. Um retrato irónico, mordaz e cheio de humor sobre as grandezas e misérias de ser português, com os seus toques de malandro, pinga-amor e desenrascado. Tudo embrulhado pela riqueza vocabular a que Paulo Moreiras já nos habituou. Contos para comer, beber e rir por mais, que assim se dizem as verdades.
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    • Leonel Gomes Casqueira Visgarolho 2021 | 9789895316724 | 204 pp. A Poeira dos Ossos, estreia literária de Leonel Gomes Casqueira, é composto por um conjunto de contos desconcertantes e de grande originalidade, onde uma mundana galeria de personagens se debate com os universais temas da procura do amor, da partilha de afetos, da corporeidade grosseira das paixões e da demanda por aceitação; em situações que roçam por vezes o cómico e o absurdo.
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    • Vários autores Visgarolho 2022 | 9789895316731 | 386 pp. Esta coletânea de Contos e Crónicas é fruto do projeto artístico Mapas do Confinamento. Usando as novas tecnologias para colmatar as distâncias, tem apostado em traduções para francês e inglês, com possibilidades de se abrir a outras línguas. Foi no pico da pandemia que os escritores portugueses Gabriela Ruivo Trindade e Nuno Gomes Garcia convidaram mais de uma centena de artistas de todos os países de língua portuguesa para desenharem em conjunto a cartografia da pandemia. Uma colaboração que visa registar, para memória futura, o modo como esta pandemia os afetou enquanto seres humanos e artistas, mas também as cicatrizes deixadas no tecido social de países como Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Portugal e muitos outros territórios onde estes artistas residem, tais como a França, o Reino Unido, os Estados Unidos, a Suíça, a Holanda e a Bélgica.