• Se Confinado um Espectador – O Cinema como Metamorfose da Experiência Interior Quick View
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    • Se Confinado um Espectador – O Cinema como Metamorfose da Experiência Interior

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    • José Bogalheiro Documenta 2022 | 9789895680252 | 112 pp. Os textos que agora se reúnem em livro foram originalmente publicados, com periodicidade mensal, a partir de Novembro de 2020, no site de cinefilia À Pala de Walsh, sob a forma de crónicas a que, numa variação tomada de empréstimo em Italo Calvino, foi dado o título genérico de «Se Confinado Um Espectador». Nos mesmos foram-se constituindo umas tantas propostas de reflexão, hipóteses em aberto, investigações subterrâneas sobre formas de vida cinematográfica que a condição de espectador em tempo de pandemia convocou, formuladas que foram no encalço de uma ideia de «cinema como metamorfose da experiência interior». Se é verdade que durante o confinamento o recurso à ficção e, mais genericamente, à cultura pôde demonstrar até que ponto há uma tão grande dependência da ficção e teria mesmo tornado mais fácil explicar porque é que a cultura é absolutamente necessária para todos, tal não impediu que, ao mesmo tempo, se produzisse uma bem visível retracção dos consumidores na frequentação…
  • Vida a Crédito – Arte Contemporânea e Capitalismo Financeiro Quick View
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    • Tomás Maia Documenta 2022 | 9789895680139 | 240 pp. Na era do capital fictício é a própria ficção que é capital e que é o capital. Eis por que razão a arte — pela primeira vez na sua história — está a ser destruída no seu ser: o conceito operante do capitalismo financeiro é o mesmo pelo qual a arte se deixou pensar ao longo do seu percurso milenar: em grego, mimesis, em latim, fictio. «Arte contemporânea e capitalismo financeiro: se a primeira das duas designações tomará apenas o significado de índice histórico (pois interrogá-la em si mesma motivaria um outro livro), já a segunda será objecto de um prolongado exame (religioso e metafísico). Com efeito, trata-se sobretudo de tornar inteligível o modo como, na era contemporânea da história da arte (sobretudo a partir dos anos setenta do século passado), a criação artística começou a comprometer-se com a financeirização da economia (e o predomínio da finança coincide, precisamente, com o advento da…
  • Entrevistas Corsárias – Sobre a Política e sobre a Vida Quick View
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    • Pier Paolo Pasolini VS. 2022 | 9789899105065 | 128 pp. «"Tenho a vida de um gato", dizia Pasolini. E então ria, oferecendo-se ao risco de viver com uma espécie de alegria que talvez fosse a sua única alegria. Temia a protecção dos objectos, temia a protecção da ideologia, até mesmo a protecção dos pensamento sábios, do bom senso. De quando em vez, rompia o invólucro para sentir na cara a solidão e o risco das coisas que ele estimava profundamente. Tudo, dito ou não dito, parecia nele exprimir a ideia fixa: não há nada a fazer, não há como escapar. Então para quê se proteger, para quê se adaptar aos adarves das coisas meio feitas, meio ditas, meio aceites? Brincava com o privilégio (do cinema, do sucesso) como o ilusionista Houdini, com correntes cada vez mais robustas, baús mais profundos e risco cada vez mais "inevitáveis". Neste jogo horrendo tornava-se profeta. Um estranho profeta, ágil, de atalaia, precisamente porque se desarmara e…
  • Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar Quick View
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    • João Abel Manta Tinta da China 2022 | 9789896716745 | 144 pp. Lançado originalmente no Natal de 1978 pelas Edições O Jornal, Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar foi o primeiro livro totalmente do seu autor, já então ilustrador e cartoonista de referência. Livro‑testemunho da excelência a vários níveis de João Abel Manta, representou, ao mesmo tempo, o regresso do celebrado desenhador desde o fim do Período Revolucionário em Curso, uma afirmação artística, uma prova de resistência política e um testamento pessoal e geracional. E, acima de tudo, um acerto de contas definitivo com a memória de Salazar e do seu regime. Foi e continua a ser tudo isso — agora reeditado tal como existiu na sua ambiciosa primeira edição, porque é essencial que o trabalho de João Abel Manta continue vivo também nas livrarias. «Entre essas duas séries, desfilam as dezenas de patéticas, sinistras, grotescas figuras que representam os Anos de Salazar, mas também séries de figuras míticas ou históricas que o Estado…
  • Delirar a Anatomia – Partituras – Poemas de Ana Rita Teodoro | (Des)léxico para A.A. de Joana Levi Quick View
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    • Ana Rita Teodoro e Joana Levi Sistema Solar 2022 | 9789898833891 | 204 pp. Delirar a Anatomia reestuda as partes do corpo, acumulando e entrelaçando visões díspares — poéticas exageradas, simplistas, descabidas, ignorantes e eruditas — para conceber um corpo que dança. Propõe um estudo que isola as diferentes partes (boca, pele, coração, joelho, esfenoide, nuca, intestinos, etc.) para tentar ver o corpo não como um todo — máquina útil —, mas como um ser de diversos, composto de plurissistemas. Para desviar o foco do eu-corpo-todo-potente ou do eu-corpo-que-me-mata, talvez se possa propor um corpo-plural composto de diversas potências. […] Quando comecei a dançar, no início da década de 2000, o pensamento de Antonin Artaud e especificamente o texto «Corpo sem órgãos» desenvolvido por Deleuze e Guattari em Mil Planaltos estavam em voga no contexto da dança contemporânea. Coreógrafos, críticos e bailarinos evocavam constantemente este texto para atualizar (e por vezes justificar) os corpos presentes na dança, corpos que se afastaram da dança clássica e…
  • Coisas de Theatro e Loisas de Theatro Quick View
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    • Santos Gonçalves e Sousa Bastos Sistema Solar 2022 | 9789898833884 | 144 pp. A reedição conjunta dos livros aqui presentes, «Coisas de Theatro» de Sousa Bastos e «Loisas de Theatro» de Santos Gonçalves, são disto um exemplo e por isso merecem toda a atenção enquanto fontes primárias para uma historiografia da sociedade portuguesa nos seus mais diferentes aspetos, dos costumes às artes performativas e ao pensamento gerado pelo eclodir de formas laborais teatrais. Antecedida por uma contextualização rigorosa da investigadora e escritora Paula Gomes Magalhães, a quem agradecemos a autorização para publicação do capítulo «Escritos de teatro: práticas, saberes e recordações» do livro Sousa Bastos da sua autoria, encontramos na polémica dos dois autores uma proto-sinédoque do que descrevemos. E, pelo meio, vamo-nos deleitando e rindo com o próprio «meio» artístico. Editar estes dois livros, além de uma missão historiográfica em torno do património performativo, é um convite a uma viagem pelo passado e pelo presente (e uma certa ideia de futuro), tempos em…
  • Degelo – Desenho 1989-2021 Quick View
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    • Inez Teixeira Documenta 2022 | 9789895680092 | 192 pp. Este livro foi publicado por ocasião da exposição «DEGELO — Desenho 1989-2021», de Inez Teixeira, com curadoria de Nuno Faria, realizada na Fundação Carmona e Costa, de 19 de Fevereiro a 21 de Maio de 2022. A produção em desenho de Inez Teixeira tem permanecido na sombra de um percurso cuja face visível e reconhecível é a pintura. E é, eloquentemente, da sombra que este amplo, diverso e desconcertante conjunto de desenhos desponta para revelar uma particular sensibilidade à emergência da imagem como negativo, decalque, vestígio. Desenho, desenhar, entendidos em sentido amplo, como campo de imanência e de experiência sensível do mundo. A prática do desenho não tanto como exercício autoral mas como indagação interior, como campo de possibilidades, como ritual meditativo. O conjunto de desenhos reunidos na exposição «Degelo», realizados durante um extenso período de tempo, inédito na sua quase integralidade, revela um programa de pesquisa livre de constrangimentos formais e um…
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    • A Vida na Terra

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    • Pedro Valdez Cardoso Documenta 2022 | 9789898833846 | 280 pp. O que realmente interessa a PVC é aquilo que está nas entrelinhas, o que não se lê ou diz mas é demasiado perceptível. Interessam-lhe os mecanismos de controlo, as relações de poder, a subjugação permanente, ainda que subversiva, do outro. O efeito de paralaxe em que frequentemente vivem as suas peças é a pedra-de-toque de um discurso que se constrói sobre uma lógica de intervalo, de lacuna e de antecipação — o pré-conceito como dispositivo. Interessa-lhe, basicamente, a forma de contar, a história e os elementos no seu interior, por esta ordem. O que parece estar sempre em cena, ou em causa, é o corpo, em rigor o único barómetro mensurável, o único lugar comum e último reduto da individualidade e da diferença — o lugar de todas as formas de dominação. A natureza, a animalidade, a caça, a guerra, são, finalmente, formas de (des)figuração de um medo original, de uma dobra…
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    • Pedro Calapez Documenta 2021 | 9789898833778 | 160 pp. Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Perto da Margem», de Pedro Calapez, com curadoria de João Pinharanda, realizada na Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva (de 7 de Outubro de 2021 a 16 de Janeiro de 2022) em parceria com a Fundação Carmona e Costa. Depois da margem fica o abismo para onde corremos ou onde corre já a água que nos afogará depois da queda. Os sucessivos capítulos de que esta exposição se compõe deixam-nos à beira de vários perigos e abrem-nos o caminho para o precipício dos sentidos, se o quisermos tomar: entre o corpo e a queda, entre o olhar e a cegueira. Pedro Calapez encontra o título da sua exposição, «Perto da Margem», nas palavras de uma canção dos Yes, «Close to the Edge», que cita nas suas notas de trabalho: «Down at the end, round by the corner / Close to the edge, just by…
  • O Desensino da Arte – Projecto de uma escola ideal Quick View
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    • Vários Autores Documenta 2022 | 9789899006669 | 204 pp. O leitor curioso em conhecer a resposta de Phyllida Barlow, artista britânica e ex-professora na Slade School of Fine Art, poderá passar directamente para a página 35. Contudo, e porque — pese embora o tom assertivo deste livro — temos agora mais dúvidas sobre o ensino da arte do que quando o começámos a escrever, pareceu-nos importante sublinhar dois aspectos: o de que a arte não se ensina e o de que, ainda assim, é possível a um aluno aprender algo numa escola de artes. A natureza deste algo é difícil de especificar, dado que ninguém parece saber exactamente como se devem ensinar os artistas, sendo complicado encontrar regras predefinidas ou técnicas que se perpetuem ao longo dos anos (até porque o facto de uma escola de artes ter desempenhado um papel importante num dado tempo raramente significa que o mantenha). Todavia, à medida que fomos lendo e conversando com artistas, percebemos que existe um…
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    • Maria José Cavaco Documenta 2021 | 9789898833839 | 192 pp. Este livro foi publicado por ocasião da exposição «Lugares de Fractura», de Maria José Cavaco, com curadoria de João Mourão, realizada no Arquipélago — Centro de Artes Contemporâneas de 10 de Julho a 28 de Novembro de 2021. Foi precisamente a pensar no lugar da exposição enquanto campo de possibilidade de nos relacionarmos com um objecto artístico que o título também me fez sentido. Sempre associei a ideia de fractura, também pensada enquanto rompimento, ao «museu», ou melhor, à exposição. [João Mourão] Viajar sem sair do mesmo lugar: sem sair da ilha porque tudo está aferido a ela. A obra de Maria José Cavaco é essa extraordinária celebração da ilha em que vive e, ao mesmo tempo, a tácita e melancólica aceitação do seu aprisionamento nela. Nesse sentido, cada viagem para fora é apenas uma alvoraçada e eufórica viagem dentro dela, exactamente como quando viajamos num baloiço ou numa roda de feira…
  • A Raia na Água – Eduardo Lourenço e o Mundo Hispânico Quick View
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    • Vários Autores Documenta 2021 | 9789898833785 | 176 pp. A raia na água. Eduardo Lourenço e o mundo hispânico reúne uma dúzia de textos, da autoria de vários especialistas internacionais, que têm em comum o pensamento de Eduardo Lourenço e as suas múltiplas relações com o chamado mundo hispânico. Mesmo que se possa dizer que a temática ibérica não é um dos tópicos principais do ensaísmo de Eduardo Lourenço, a verdade é que, desde cedo, ela atravessa alguns dos seus textos publicados. […] Nascido em São Pedro do Rio Seco, pequena aldeia situada no concelho limítrofe de Almeida, rapidamente Eduardo Lourenço tomou consciência da proximidade geográfica e cultural entre Portugal e Espanha. […] A vida de Eduardo Lourenço, assim, começa cedo a estar polvilhada por um conjunto notável de relações ou vínculos de diferente natureza com o país vizinho e a sua cultura. Entre elas, destaca- se a importância que teve na vida do ensaísta um acontecimento especialmente marcante, ocorrido já na altura…
  • O Desenho Impreciso de Cada Rosto Humano, Reflectido! – Retratos de Júlio Pomar Quick View
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    • O Desenho Impreciso de Cada Rosto Humano, Reflectido! – Retratos de Júlio Pomar

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    • Vários Documenta 2021 | 9789898833853 | 280 pp. A exposição «O desenho impreciso de cada rosto humano, reflectido! Retratos de Júlio Pomar», com curadoria de Sara Antónia Matos e Pedro Faro, incide sobre o modo como Júlio Pomar pensou o género artístico do retrato ao longo dos mais de setenta anos que compõem a carreira do pintor. A exposição procurou assim reunir retratos de diversas fases de criação, desde o neo-realismo, na década de 1940, até 2018, ano em que morreu. Não sendo possível mostrar, numa só exposição, no espaço do Atelier-Museu, todos os trabalhos realizados neste domínio por Júlio Pomar, procurou seleccionar-se retratos que marcaram a passagem entre «fases» e retratos menos vistos, menos icónicos, por serem abordagens prévias, ou até estudos das obras mais conhecidas. Desse modo, conseguiu abranger-se um maior número de personalidades. […] Houve ainda outro critério que orientou a selecção de obras para a exposição e que, salvo raras excepções, quando isso não prejudicou a relação indissociável entre pintura e desenho, passou por não repetir retratos…
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    • Marion Fayolle Orfeu Negro 2019 | 9789898327567 | 64 pp. MAROTICES, um conjunto de desenhos oníricos e eróticos de Marion Fayolle, explora com humor e estranheza as múltiplas possibilidades de ligação amorosa entre homens e mulheres. Perspicaz, intenso e divertido, este livro combina humor com filosofia, para nos oferecer uma obra de poesia imagética, abundante em metáforas e silêncios narrativos. Mil malícias visuais que ficam a retinir na nossa imaginação e prometem libertar libidos e sorrisos.
  • Sandro Botticelli – o Nascimento de Vénus e a Primavera Quick View
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    • Sandro Botticelli – o Nascimento de Vénus e a Primavera

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    • Aby Warburg KKYM 2011 | 9789899768420 | 128 pp. A primeira obra de Aby Warburg que se apresenta em português é também o seu primeiro estudo, dedicado a duas pinturas de Botticelli, o Nascimento de Vénus e a Primavera. A escolha destas duas obras do Renascimento correspondeu, no ambiente intelectual e cultural de finais do século XIX, a uma intenção polémica dirigida contra as concepções estetizantes, em grande parte inspiradas pela arte pré-rafaelita e pelo gosto dominante da época. O desafio de Warburg reconhece-se no modo como constrói uma inédita proposta interpretativa, perseguindo o fio e a meada das relações existentes entre as obras e as fontes literárias e artísticas da Antiguidade (Ovídio, Claudiano, um krater, um fragmento da arte tumular romana, entre outras), as artes, poética e figurativa, do Renascimento (Poliziano, Agostino di Duccio, Donatello), temas que são objecto de elaboração teórica (a representação do movimento, como Alberti recomenda) e, ainda, aspectos da vida coeva às obras, numa importante alusão a…
  • Que Emoção! Que Emoção? Quick View
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    • Que Emoção! Que Emoção?

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    • Didi-Huberman KKYM 2015 | 9789899892477 | 70 pp. ÍNDICE 1. Uma criança chora. Dois gestos filosóficos: a admiração (ponto de exclamação) e o questionamento (ponto de interrogação). Emoção como ato «primitivo» (Darwin): os que choram são os animais, as crianças, as mulheres, os loucos e as «raças que têm pouca relação com os europeus». Podemos não estar de acordo. A filosofia como campo de batalha. Interrogar, confiar, tomar posição. O ser comovido expõe-se, expõe a sua impotência. Ridículo e «patético». O pathos «passivo»: a emoção como impasse da acção, da razão e da linguagem (Aristóteles e Kant). A paixão como «privilégio» do vivo e «fonte» da arte (Hegel, Nietzsche). A emoção como abertura ao mundo, movimento para fora de si (Sartre, Mearleau-Ponty, Freud). A emoção não diz «eu» (Deleuze). O inconsciente e a sociedade para lá do «eu» individual. Gestos mais antigos do que nós próprios (Marcel Mauss). As imagens cristalizam esses gestos, transmitem-nos e transformam-nos (Warburg). As emoções como transformações: do…
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    • Jacques Rancière KKYM 2019 | 9789895466009 | 71 pp. Estética e Política. A Partilha do Sensível, com entrevista e glossário por Gabriel Rockhill trad. V. Brito, Lisboa, KKYM, 2020 (2ª ed. revista)
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    • As Margens da Ficção

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    • Jacques Rancière KKYM 2019 | 9789895407095 | 151 pp. Se, na idade moderna, a sociologia, a ciência política e outras formas de conhecimento tomaram para si a razão ficcional aristotélica, produzindo narrativas com começo, meio e fim, invertendo ao final as expectativas, a ficção moderna trilhou o caminho contrário e instaurou no centro da literatura aquilo que sempre esteve nas suas beiradas — os acontecimentos triviais, os seres humanos comuns e o momento qualquer que pode condensar uma vida inteira. Nos doze ensaios de As margens da ficção, Jacques Rancière, um dos principais nomes da filosofia francesa contemporânea, acompanha esse processo revolucionário inicialmente nas obras de Stendhal, Balzac, Flaubert, Proust e Rilke, passa pelas técnicas narrativas em O capital de Karl Marx, até chegar nos romances de Conrad, Sebald, Faulkner e Virginia Woolf, fechando com uma inspirada análise das Primeiras estórias de Guimarães Rosa.
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    • 24.00
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    • Victor I. Stoichita KKYM 2016 | 9789899939363 | 256 PP. Neste ensaio, Victor I. Stoichita segue o percurso de um tema central da cultura visual do ocidente e um dos desafios técnicos e simbólicos mais persistentes da história da arte e das imagens: a representação e o significado das sombras.
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