• Arte, Religião e Imagens em Évora Quick View
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    • Vítor Serrão Colibri 2024 | 9789895663521 | 458 pp. D. Teotónio de Bragança (1530-1602), Arcebispo de Évora entre 1578 e 1602, foi um grande mecenas das artes sob signo do Concílio de Trento. Fundou o Mosteiro de Scala Coeli da Cartuxa, custeou obras relevantes na Sé e em muitas paroquiais da Arquidiocese, e fez encomendas em Lisboa, Madrid, Roma e Florença para enriquecer esses espaços. Desenvolveu um novo tipo de arquitectura, ser- vindo-se de artistas de formação romana como Nicolau de Frias e Pero Vaz Pereira. Seguiu com inovação um modelo «reformado» de igrejas-auditório de novo tipo com decoração integral de interiores, espécie de ars senza tempo pensada para o caso alentejano, onde pintura a fresco, stucco, azulejo, talha, imaginária, esgrafito e outras artes se irmanam. Seguiu as orientações tridentinas de revitalização das sacrae imagines e enriqueceu-as com novos temas iconográficos. Recuperou lugares de culto matricial paleo-cristão como atestado de antiguidade legitimadora, seguindo os princípios de ‘restauro storico’ de Cesare Baronio; velhos…
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    • Valdemar Cruz 2023 | 9789893355503 | 366 pp. A partir de escolhas de mais de meia centena de arquitetos, críticos, curadores, professores das Faculdades de Arquitetura, artistas plásticos, engenheiros civis, fotógrafos, e um geógrafo, Valdemar Cruz constrói um corpo de 16 obras representativas do que de melhor se fez na arquitetura portuguesa desde o início do século XX até a atualidade. Com textos dedicados a cada uma das obras, e entrevistas exclusivas aos arquitetos, Paisagens Construídas pretende mostrar os múltiplos caminhos seguidos pela arquitetura feita por arquiteto(a)s portuguese(a)s a partir do olhar dos profissionais e de quem constrói um discurso crítico sobre a disciplina. O livro inclui entrevistas inéditas com, entre outros, Álvaro Siza, Eduardo Souto de Moura, Gonçalo Byrne, João Luís Carrilho da Graça, e Manuel Aires Mateus. Jornalista profissional desde 1976, Valdemar Cruz iniciou a sua atividade no jornal O Diário. Com colaboração dispersa por várias publicações nacionais e estrangeiras, nas últimas três décadas fez parte da redação do semanário…
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    • Hervé Guibert BCF 2023 | 9789895339853 | 200 pp. A Imagem Fantasma é constituído por 64 breves ensaios nos quais Hervé Guibert, recorrendo à memória e à fantasia, reflecte acerca da fotografia e da sua experiência pessoal como artista. Esta foi em certa medida uma resposta a Roland Barthes e ao canónico A Câmara Clara, mas seguindo caminhos distintos na forma como envolve o retrato de família e o de amigos, de desejo e de morte, a Polaroid e o photomaton, a fotografia de Polícia e a de viagem, e, por fim, o fantasma de todas as fotografias que ficaram por fazer.
  • Pedrógão Grande: O Direito à Arquitetura Pós-incêndio Quick View
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    • ateliermob/trabalhar com os 99% Tigre de Papel 2022 | 9789895342983 | 244 pp. A Trabalhar com os 99% é uma cooperativa de prestação de serviços que resulta de uma linha de investigação e trabalho desenvolvido no seio do ateliermob, na qual se procura alargar e repensar os limites de intervenção da disciplina da arquitectura e ensaiar outras práticas de trabalho mais próximas de quem precisa. Este livro pretende ser um registo e uma reflexão crítica sobre o que foram os trabalhos de assessoria técnica ao Fundo de Apoio às Vítimas dos Incêndios de Pedrógão gerido pela Fundação Calouste Gulbenkian, os processos de projecto e obra das sete casas construídas e, num contexto de agravamento da crise climática, um contributo para a prevenção, gestão e resposta a futuras situações semelhantes. Edição bilingue, em português e inglês.
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    • Porque não Houve Grandes Mulheres Artistas?

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    • Linda Nochlin VS. Editor 2023 | 9789899105188 | 134 pp. «É quando se começa realmente a pensar no que implica a pergunta “Porque não houve grandes mulheres artistas?” que se começa a perceber até que ponto a nossa consciência de como as coisas estão no mundo foi condicionada - e muitas vezes falsificada - pela forma como as questões mais relevantes são colocadas. Temos tendência a considerar como certo que existe realmente um Problema do Leste Asiático, um Problema da Pobreza, um Problema dos Negros - e um Problema da Mulher. Mas primeiro, temos de nos perguntar quem está a formular estas “perguntas”, e depois, que propósitos podem servir essas formulações.»
  • Teatro de Revista em Portugal – Revistas Perdidas e Outras (1851-1868) Quick View
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    • Teatro de Revista em Portugal – Revistas Perdidas e Outras (1851-1868)

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    • Eugénia Vasques e Paulo Morais-Alexandre Imprensa Nacional Casa da Moeda 2023 |9789722729789 | 1498 pp. « A presente obra é um contributo para a preservação e divulgação de importantes inéditos da história do Teatro de Revista em Portugal. Além de ensaios de enquadramento e análise histórico‑artística e da exploração de bibliografia especializada, envolvendo investigadores de diferentes instituições do ensino superior (CIAC — Centro de Estudos em Artes e Comunicação/Universidade do Algarve/Escola Superior de Teatro e Cinema Politécnico de Lisboa, CIEBA — Centro de Investigação e de Estudos em Belas‑Artes, Faculdade de Belas‑Artes/ Universidade de Lisboa, CESEM — Centro de Estudos de Sociologia e Estética Musical, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Universidade Nova de Lisboa), o volume dá a ler, através de transcrição, os guiões inéditos de revistas julgadas e tidas por perdidas e imagens de revistas publicadas na época da estreia mas de difícil acesso ou, mais ainda, de incontornável importância no conjunto. O corpus é constituído pelas peças inéditas Lisboa em…
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    • David-Alexandre Guéniot Ghost Editions 2022 | 9789895442263 | 304 pp. “A partir de 2016, a fotografa Patrícia Almeida, minha companheira, reúne documentos sobre a fotografia. Selecciona exemplos que apresenta aos estudantes, compra manuais em segunda-mão, reencontra os seus primeiros negativos. Projecta um livro sobre a sua história pessoal da fotografia. Alguns meses mais tarde, a Patrícia morre e deixa o seu projecto inacabado. No dia da sua morte, o representante da agência funerária pede-me um retrato para o velório. Penso então: “É a sua última imagem!”, e o projecto da Patrícia estava relançado... Esta última fotografia dela transformou-se na primeira, aquela com que várias histórias iriam começar: uma pesquisa fotográfica a retomar, uma ausência a explorar, um amor a concluir.” David-Alexandre Guéniot ARTE EM FLUXO reflecte sobre o lugar da arte no fluxo do tempo, problematizando o papel do museu, do arquivo e da Internet. Até à modernidade, ultrapassada a crença nas ideias eternas e no espírito divino, resistir à corrente do…
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    • Boris Groye Orfeu Negro 2022 | 9789899071490 | 232 pp. ARTE EM FLUXO reflecte sobre o lugar da arte no fluxo do tempo, problematizando o papel do museu, do arquivo e da Internet. Até à modernidade, ultrapassada a crença nas ideias eternas e no espírito divino, resistir à corrente do tempo era a promessa secular da arte. Hoje, a sua materialidade contingente rende-se aos metadados, e a reprodução técnica de objectos sem aura dá lugar à produção digital da aura sem objecto. Boris Groys serve-se de inesperadas inversões do olhar para nos propor novas possibilidades interpretativas, ampliando o próprio âmbito da arte e da filosofia. Uma cativante reunião de ensaios, que põe em diálogo vanguardas e contemporaneidade, arte e activismo, por um dos teóricos mais originais da actualidade.
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    • Ana Gabriela Macedo e Márcia Oliveira Edições húmus 2022 | 9789897557439  | 258 pp. O presente volume, Mulheres, Artes e Ditadura - Diálogos Interartísticos e narrativas da memória, tem uma matriz dupla. Integra uma selecção dos textos apresentados na conferência WOMANART, realizada na Universidade do Minho no término do projecto de investigação homónimo, WOMANART - Mulheres, Artes e Ditadura. Os casos de Portugal, Brasil e países africanos de língua portuguesa. A partir de uma perspectiva multidisciplinar, constituiu o nosso objectivo primeiro dar visibilidade à presença e acção de mulheres artistas e escritoras desde a segunda metade do século XX até à contemporaneidade, em Portugal, Brasil e países Africanos de língua portuguesa. Paralelamente, este volume integra o que consideramos ser a espinha dorsal do próprio projecto, constituindo o arquivo vivo que pretendemos preservar - um conjunto de narrativas na primeira pessoa, sob a forma de entrevistas e depoimentos de artistas e escritoras (Ana Luísa Amaral, Vera Duarte, Carmen Dolores, Ana Clara Guerra Marques,…
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    • Miguel Telles da Gama Documenta 2022 | 9789895680306 | 360 pp. Miguel Telles da Gama nasceu em 1965 em Lisboa, cidade onde vive e trabalha. Debaixo da Pele, com curadoria de José Luís Porfírio, é a primeira grande exposição deste pintor e desenhador português, reunindo um conjunto de 61 obras. Tendo-se iniciado nos anos noventa, a obra de Miguel Telles da Gama consiste num conjunto de séries que se vão renovando numa constante procura e inquietação. Muito influenciado pela literatura e pela estética do cinema dos anos cinquenta e sessenta, o artista vai construindo e desconstruindo as suas memórias do quotidiano. As suas pinturas e os seus desenhos, de notável virtuosidade e mestria, têm um carácter narrativo desconexo, propondo um pensamento benjaminiano que nos permite encontrar ligações nos cruzamentos dessas imagens, orientadas para a crítica social, moral e ética, e que nos convoca a formular novos pensamentos. [Rita Lougares] É importante conhecer o território a partir do qual se constrói esta antologia, até porque ela é uma escolha e…
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    • João Appleton Documenta 2022 | 9789895680337 | 348 pp. «Num dia de finais de 80, já percorridos muitos quilómetros de ruas e travessas, e vistos milhares e milhares de metros quadrados de edifícios quase todos anónimos e praticamente todos em mau estado, percebi também que tinha encontrado o meu destino, que definitivamente estava ali, na história desses edifícios e dessa cidade.» «Há já muitos anos, a minha vida profissional foi-se encaminhando para novos destinos, quando fui deixando de ser especialista em estruturas, que nunca quis ser apenas, para me transformar, ou melhor, me ir paulatinamente transformando num generalista da construção, com interesse especial pela sua história e pelas histórias de vida dos edifícios que são, afinal, a história da própria cidade. E nessa caminhada, feita com gosto, mas muitas vezes a sós, Lisboa teve um papel central, talvez porque seja a minha cidade e a cidade que sinto como minha, nas suas paredes e nas calçadas, no seu ar simultaneamente chique e…
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    • Palavras Aladas – Maria Filomena Molder conversa em torno do desenho com Cristina Robalo

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    • Maria Filomena Molder Documenta 2022 | 9789895680160 | 184 pp. De onde vêm as imagens? Vêm dos nossos olhos, dos nossos ouvidos, da nossa boca, das nossas mãos, do nosso nariz, dos sentidos em acção, não os sentidos descritos anatomicamente, vêm dos aromas, o tal vento de Eduardo Chillida, o espaço e o tempo: «Não é o vento um espaço de tempo e aromas?». Quais são as imagens do cheiro? O cheiro é um sistema de convocatórias. Nós não temos imagens diferidas, representáveis, do cheiro. Isso é muito importante! Como é que nós transmitimos o aroma do vento? Sentindo o vento e aquilo que o vento arrasta. E o tempo tem a ver com isso. Portanto, quando se fala do aroma do vento, para quem quer compreender a imagem, tem de evocar e, no melhor dos casos, voltar a sentir essa experiência. Por outro lado, o aroma vem das mãos, de todos os ofícios, da relação amorosa e da guerra, mas a…
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    • Vários Autores EGEU - Associação Cultural 2022 | 9789893332757 “Alcazar” é um projecto literário multidisciplinar organizado pelo EGEU que reuniu treze artistas e escritores num ciclo de correspondência: Adriana João, Beatriz Almeida Rodrigues, Bruno José Silva, Clara Imbert, Diogo Loureiro, Guilherme Vilhena Martins, Hugo Carvalheira Neves, Isabel Cordovil, Luzia Cruz, Mafalda Sofia Gomes, Manuel do Ó, Rodrigo Rosa e Victor Gonçalves. Um dos objectivos fundamentais de Alcazar passava por explorar a possibilidade de uma escrita transdisciplinar através da comunicação entre várias abordagens, pensando-as como parte do texto. Foi desse modo que tentámos explorar a ideia de lugar, procurando construir um sítio e uma linguagem específica a partir dessas várias dimensões e, assim, documentar um espaço inexistente através do seu processo de construção. No final, esse processo resultou num livro de 150 páginas, que agora vos passamos.
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    • Georges Didi-Huberman Editora 34 2020 | 9786555250312 | 268 pp. Em Agosto de 1944, membros do Sonderkommando conseguiram fotografar o processo de extermínio em curso nas câmaras de gás de Auschwitz-Birkenau, tendo quatro fotografias desse inferno chegado até nós. À luz da questão «ver (voir) uma imagem pode ajudar-nos a conhecer (savoir) melhor?», escrutinam-se as horrendas condições de vida e de morte nos campos de concentração e nas câmaras de gás, as peripécias que rodearam a captura e transmissão destas fotografias, e constrói-se uma fenomenologia das mesmas. Apesar das lacunas documentais e do interdito constituído pelo famigerado carácter «inimaginável» da Shoah, a experiência dos campos suscitou a imaginação, o que importa compreender para que se compreenda o valor das imagens - tão necessárias quanto lacunares - na história e na constituição do conhecimento histórico. Contra a imagem-toda, mostra-se como apesar de tudo a imagem pode tocar o real, rompendo a barreira fetichista. Discute-se a «legibilidade» das imagens documentais, a partir de Freud e…
  • Se Confinado um Espectador – O Cinema como Metamorfose da Experiência Interior Quick View
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    • Se Confinado um Espectador – O Cinema como Metamorfose da Experiência Interior

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    • José Bogalheiro Documenta 2022 | 9789895680252 | 112 pp. Os textos que agora se reúnem em livro foram originalmente publicados, com periodicidade mensal, a partir de Novembro de 2020, no site de cinefilia À Pala de Walsh, sob a forma de crónicas a que, numa variação tomada de empréstimo em Italo Calvino, foi dado o título genérico de «Se Confinado Um Espectador». Nos mesmos foram-se constituindo umas tantas propostas de reflexão, hipóteses em aberto, investigações subterrâneas sobre formas de vida cinematográfica que a condição de espectador em tempo de pandemia convocou, formuladas que foram no encalço de uma ideia de «cinema como metamorfose da experiência interior». Se é verdade que durante o confinamento o recurso à ficção e, mais genericamente, à cultura pôde demonstrar até que ponto há uma tão grande dependência da ficção e teria mesmo tornado mais fácil explicar porque é que a cultura é absolutamente necessária para todos, tal não impediu que, ao mesmo tempo, se produzisse uma bem visível retracção dos consumidores na frequentação…
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    • Tomás Maia Documenta 2022 | 9789895680139 | 240 pp. Na era do capital fictício é a própria ficção que é capital e que é o capital. Eis por que razão a arte — pela primeira vez na sua história — está a ser destruída no seu ser: o conceito operante do capitalismo financeiro é o mesmo pelo qual a arte se deixou pensar ao longo do seu percurso milenar: em grego, mimesis, em latim, fictio. «Arte contemporânea e capitalismo financeiro: se a primeira das duas designações tomará apenas o significado de índice histórico (pois interrogá-la em si mesma motivaria um outro livro), já a segunda será objecto de um prolongado exame (religioso e metafísico). Com efeito, trata-se sobretudo de tornar inteligível o modo como, na era contemporânea da história da arte (sobretudo a partir dos anos setenta do século passado), a criação artística começou a comprometer-se com a financeirização da economia (e o predomínio da finança coincide, precisamente, com o advento da…
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    • Pier Paolo Pasolini VS. 2022 | 9789899105065 | 128 pp. «"Tenho a vida de um gato", dizia Pasolini. E então ria, oferecendo-se ao risco de viver com uma espécie de alegria que talvez fosse a sua única alegria. Temia a protecção dos objectos, temia a protecção da ideologia, até mesmo a protecção dos pensamento sábios, do bom senso. De quando em vez, rompia o invólucro para sentir na cara a solidão e o risco das coisas que ele estimava profundamente. Tudo, dito ou não dito, parecia nele exprimir a ideia fixa: não há nada a fazer, não há como escapar. Então para quê se proteger, para quê se adaptar aos adarves das coisas meio feitas, meio ditas, meio aceites? Brincava com o privilégio (do cinema, do sucesso) como o ilusionista Houdini, com correntes cada vez mais robustas, baús mais profundos e risco cada vez mais "inevitáveis". Neste jogo horrendo tornava-se profeta. Um estranho profeta, ágil, de atalaia, precisamente porque se desarmara e…
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    • João Abel Manta Tinta da China 2022 | 9789896716745 | 144 pp. Lançado originalmente no Natal de 1978 pelas Edições O Jornal, Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar foi o primeiro livro totalmente do seu autor, já então ilustrador e cartoonista de referência. Livro‑testemunho da excelência a vários níveis de João Abel Manta, representou, ao mesmo tempo, o regresso do celebrado desenhador desde o fim do Período Revolucionário em Curso, uma afirmação artística, uma prova de resistência política e um testamento pessoal e geracional. E, acima de tudo, um acerto de contas definitivo com a memória de Salazar e do seu regime. Foi e continua a ser tudo isso — agora reeditado tal como existiu na sua ambiciosa primeira edição, porque é essencial que o trabalho de João Abel Manta continue vivo também nas livrarias. «Entre essas duas séries, desfilam as dezenas de patéticas, sinistras, grotescas figuras que representam os Anos de Salazar, mas também séries de figuras míticas ou históricas que o Estado…
  • Delirar a Anatomia – Partituras – Poemas de Ana Rita Teodoro | (Des)léxico para A.A. de Joana Levi Quick View
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    • Ana Rita Teodoro e Joana Levi Sistema Solar 2022 | 9789898833891 | 204 pp. Delirar a Anatomia reestuda as partes do corpo, acumulando e entrelaçando visões díspares — poéticas exageradas, simplistas, descabidas, ignorantes e eruditas — para conceber um corpo que dança. Propõe um estudo que isola as diferentes partes (boca, pele, coração, joelho, esfenoide, nuca, intestinos, etc.) para tentar ver o corpo não como um todo — máquina útil —, mas como um ser de diversos, composto de plurissistemas. Para desviar o foco do eu-corpo-todo-potente ou do eu-corpo-que-me-mata, talvez se possa propor um corpo-plural composto de diversas potências. […] Quando comecei a dançar, no início da década de 2000, o pensamento de Antonin Artaud e especificamente o texto «Corpo sem órgãos» desenvolvido por Deleuze e Guattari em Mil Planaltos estavam em voga no contexto da dança contemporânea. Coreógrafos, críticos e bailarinos evocavam constantemente este texto para atualizar (e por vezes justificar) os corpos presentes na dança, corpos que se afastaram da dança clássica e…
  • Coisas de Theatro e Loisas de Theatro Quick View
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    • Coisas de Theatro e Loisas de Theatro

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    • Santos Gonçalves e Sousa Bastos Sistema Solar 2022 | 9789898833884 | 144 pp. A reedição conjunta dos livros aqui presentes, «Coisas de Theatro» de Sousa Bastos e «Loisas de Theatro» de Santos Gonçalves, são disto um exemplo e por isso merecem toda a atenção enquanto fontes primárias para uma historiografia da sociedade portuguesa nos seus mais diferentes aspetos, dos costumes às artes performativas e ao pensamento gerado pelo eclodir de formas laborais teatrais. Antecedida por uma contextualização rigorosa da investigadora e escritora Paula Gomes Magalhães, a quem agradecemos a autorização para publicação do capítulo «Escritos de teatro: práticas, saberes e recordações» do livro Sousa Bastos da sua autoria, encontramos na polémica dos dois autores uma proto-sinédoque do que descrevemos. E, pelo meio, vamo-nos deleitando e rindo com o próprio «meio» artístico. Editar estes dois livros, além de uma missão historiográfica em torno do património performativo, é um convite a uma viagem pelo passado e pelo presente (e uma certa ideia de futuro), tempos em…
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    • Inez Teixeira Documenta 2022 | 9789895680092 | 192 pp. Este livro foi publicado por ocasião da exposição «DEGELO — Desenho 1989-2021», de Inez Teixeira, com curadoria de Nuno Faria, realizada na Fundação Carmona e Costa, de 19 de Fevereiro a 21 de Maio de 2022. A produção em desenho de Inez Teixeira tem permanecido na sombra de um percurso cuja face visível e reconhecível é a pintura. E é, eloquentemente, da sombra que este amplo, diverso e desconcertante conjunto de desenhos desponta para revelar uma particular sensibilidade à emergência da imagem como negativo, decalque, vestígio. Desenho, desenhar, entendidos em sentido amplo, como campo de imanência e de experiência sensível do mundo. A prática do desenho não tanto como exercício autoral mas como indagação interior, como campo de possibilidades, como ritual meditativo. O conjunto de desenhos reunidos na exposição «Degelo», realizados durante um extenso período de tempo, inédito na sua quase integralidade, revela um programa de pesquisa livre de constrangimentos formais e um…