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    • Irène Némirovsky Cavalo de Ferro 2021 | 9789895647033 | 192 pp. «Uma sucessora de Dostoiévski.» — The New York Times Jean-Luc Daguerne é um jovem ambicioso que, desprovido de tudo, sonha agarrar o mundo com as duas mãos. Mas a velha ordem que o rodeia está em colapso devido a uma crise sem precedentes: o dinheiro já não é seguro, o sucesso já não dimana apenas do trabalho. Para subir na vida, há que entrar nos meandros do poder e da política. Ao casar-se com Édith Sarlat, filha de um importante banqueiro, Daguerne parece finalmente conquistar as tão desejadas alegrias do sucesso e da ambição. Porém, depressa se emaranha numa teia de mentiras, vinganças e traições, e o que outrora parecia um belo sonho não é mais do que uma realidade sórdida e mesquinha que de predador acabará por transformá-lo em presa. Publicado em 1938, A Presa é um romance trágico, com ecos stendhalianos, que narra a ascensão e queda de um…
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    • Fiódor Dostoievsky Relógio d`Àgua 2010 | 9789896411534 | 624 pp. Verkhovenski e Stavróguin são os líderes de uma célula revolucionária russa. O seu objectivo é derrubar o governo, destruir a sociedade e tomar o poder. Mas quando o grupo está prestes a ser descoberto uma questão se coloca. Estarão os seus elementos dispostos a matar-se uns aos outros para encobrir o seu rasto? O romance baseia-se, em parte, na história de um estudante assassinado pelos seus colegas revolucionários. Mas é também uma descrição da Rússia do século XIX e uma acusação contra os que usam a violência em nome dos seus princípios. Tolerado por Lenine, banido por Estaline, cujo regime parece ter antecipadamente previsto, Dostoievski só seria redescoberto na URSS a partir dos anos 60 do século XX. É que a extrema atenção com que o autor de Os Demónios seguia os acontecimentos da sua época permitiu-lhe prever os excessos e sofrimentos para que o seu país caminhava.
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    • Muhammad Chukri Antigona. 2021 2021 | 9789726083849 | 208 pp. «Ergui a cabeça para o céu. É mais nu que a terra.» Quando a fome grassa no Rife, uma família parte para Tânger em busca de uma vida melhor. Nas noites passadas ao relento, nos becos da cidade, o pequeno Muhammad, orgulhoso e insolente, descobre a injustiça e a compaixão, a tirania da autoridade, a loucura labiríntica da miséria, o consolo das drogas, do sexo e do álcool. E é na prisão que um companheiro lhe desvenda as maravilhas da leitura, mudando para sempre a sua vida. Estreia do autor em Portugal, em tradução directa do árabe, «Verdadeiro documento do desespero humano» (Tennessee Williams), obra de culto proibida até recentemente nos países árabes por tocar em tabus da sociedade magrebina, este avassalador romance autobiográfico consagrou o autor e continua a iluminar o caminho de várias gerações de renegados marroquinos.
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    • David Diop Relógio d`Água 2021 | 9789897831638 | 128 PP. Numa manhã da Primeira Guerra Mundial, o capitão Armand comanda o ataque contra o inimigo alemão. Os soldados avançam. Entre eles estão Alfa Ndiaye e Mademba Diop, dois atiradores senegaleses que combatem sob a bandeira francesa. Alguns metros à frente da trincheira de onde saiu, Mademba Diop cai ferido de morte sob o olhar de Alfa, seu amigo de infância e mais do que irmão. Alfa vê-se sozinho no meio do caos do grande massacre das trincheiras, e a sua mente é abalada. Ele, ainda há pouco um camponês africano, vai distribuir a morte numa terra desconhecida. Espalha a violência e semeia o terror, a ponto de amedrontar os próprios camaradas. Deslocado para a Retaguarda, recorda o seu passado em África, um mundo ao mesmo tempo perdido e ressuscitado, cuja evocação é, só por si, um ato de resistência à primeira grande carnificina da era moderna.
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    • 20.90
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    • Jan Morris Tinta da China 2021 | 9789896716172 | 264 pp. Escreveu-o em 2001 e anunciou-o como aquilo que haveria de ser, apesar de só em 2020 termos perdido Jan Morris: o seu último livro de viagens. E logo dedicado a Trieste, cidade que, longe de ser a mais entusiasmante que esta intrépida viajante conheceu, foi aquela que a escritora viu como «uma descrição de mim própria». Uma cidade sempre à procura de si, sempre a reinventar-se, existencialista, pragmática, diversa e, apesar de existir sem grandes monumentos, bem resolvida e alegre, a que Jan Morris voltou várias vezes ao longo da sua vida, para só tardiamente reunir num único livro todas as impressões lhe ficaram. «Em certo sentido, Trieste é uma súmula de todas as viagens de Jan Morris: aqui, ‘sinto que este porto de mar opaco que povoa as minhas visões, tão cheio de doce melancolia, ilustra não somente as minhas emoções adolescentes do passado como também os meus interesses de…
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    • Henri Michaux Maldoror 2021 | 9789895311507 | 240 pp. Num périplo pelo Oriente, Henri Michaux compõe um retrato aforístico da cultura, mas também da espiritualidade, dos povos asiáticos, num registo que oscila entre o poético e o realista, não deixando de observar também incoerências e excentricidades. «Cidade de cónegos e do seu amo, seu mestre em impudência e despreocupação, a vaca. Eles estabeleceram aliança com a vaca, mas a vaca não quer saber disso. A vaca e o macaco, os dois animais sagrados mais impudicos. Em Calcutá, há vacas por toda a parte. Atravessam as ruas, deitam-se ao comprido nos passeios inutilizando-os, largam a bosta diante do automóvel do vice-rei, passam revista aos armazéns, ameaçam o ascensor, instalam-se nos patamares, e se o hindu fosse pastável, sem dúvida que seria pastado.»
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    • Joseph Andras Antígona - Editores Refractários 2021 | 9789726083917 | 168 pp. «De que são feitos os heróis? De que peles, de que ossos, de que carcaças, tendões, nervos, tecidos, de que carnes, de que almas são eles fabricados?» Argélia, 1956. Uma bomba que nunca viria a detonar é deixada numa fábrica, destinada a causar estragos e não a reclamar vidas, num acto simbólico. Um operário revolucionário e idealista, que sonha com um país livre e se opõe à violência cega, é denunciado. Detido e torturado, Fernand Iveton (1926-1957) seria o único pied-noir condenado e executado pelo Governo francês durante a Guerra da Argélia: um castigo que se pretendia exemplar e um aviso a todos os europeus que ousassem tomar o partido dos colonizados. França, onde Iveton conhecera o amor da bela Hélène, que o acompanharia até ao fim dos seus dias, silenciaria a voz do dissidente, mas nunca a esperança colectiva de uma futura nação. Dos Nossos Irmãos Feridos (2016), num estilo de tirar o…
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    • Jack London Antígona - Editores Refractários 2021 | 9789726083801 | 112 pp. O mundo desabou, absoluta e irremediavelmente. Dez mil anos de cultura e civilização esvaíram-se num instante, desfizeram-se como espuma. «O grande mundo que conheci na minha infância e juventude desapareceu. Deixou de existir. Sou o último homem que estava vivo nos dias da peste e que conheceu as maravilhas daquela época longínqua. Nós, que dominámos o planeta — terra, mar e céu — e que éramos como deuses, agora vivemos na selvajaria primitiva.» 2013. Uma pandemia incontrolável — a morte vermelha, a praga escarlate — varre o planeta e faz ruir a civilização. O mundo colapsa e retrocede à barbárie: reina o medo, impera o isolamento, vagueiam saqueadores em cidades despovoadas. Sessenta anos depois, James Smith, o último sobrevivente dos dias da peste em São Francisco, narra aos netos incrédulos as histórias e memórias do seu tempo, enigmáticas para os pequenos selvagens de uma nova era. Ficção pós-apocalíptica tão breve…
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    • Charles Dickens E-Primatur 2021 | 9789898872463 | 900 pp. O terceiro romance de Dickens baseia-se em factos verídicos e nas visitas que o autor fez a uma escola então dirigida por um dos directores mais cruéis do seu tempo. O pai de Nicholas Nickleby morre depois de perder todo o seu dinheiro num investimento que correu bastante mal. Nicholas, a mãe e a irmã são obrigados a deixar uma vida tranquila e confortável em Devonshire e a procurar a ajuda do tio do lado paterno, Ralph Nickleby, um homem de negócios rude e áspero, pouco interessado em ajudar parentes pobres, muito menos o jovem Nickleby, que lhe lembra precisamente o seu falecido irmão. Ainda assim, o tio arranja ao jovem um cargo mal pago como assistente do director de uma escola. Recém-chegado ao seu novo posto de trabalho, Nicholas descobre a crueldade tremenda do director e da sua mulher, que montaram em conjunto um esquema mirabolante para receber dinheiro dos pais que…
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    • Maurice Blanchot E-Primatur 2021 | 9789898872661 | 120 pp. Obra maior da literatura francesa do século XX, «Thomas o Obscuro» é um cruzamento entre filosofia e literatura, bem como um dos livros mais desafiadores da modernidade. Em francês, como em português, existe uma vírgula a separar o nome do atributo como é o caso, por exemplo, de Alexandre, o Grande. Blanchot, escritor e intelectual admirado por alguns dos maiores escritores e filósofos do seu tempo e dos nossos dias, não colocou uma vírgula no título da sua obra. Publicado em 1941, Thomas o Obscuro foi reescrito e republicado em 1950. Para o Autor ambas as versões eram válidas, embora a mais tardia (aquela que se seguiu nesta tradução de Manuel de Freitas) se tenha tornado a versão canónica. Thomas é a personificação do conceito de neutro que Blanchot explorou na sua literatura. Diz-nos Thomas: «Eu penso, logo não sou.» Thomas não tem personalidade, é um ser neutro, uma humanidade desconstruída em peças soltas, e, como…
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    • 16.00
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    • John Berger Antígona - Editores Refractários 2020 | 9789726083771 Nestas vinte e oito histórias, tão breves como envolventes, lembramos lugares, pessoas e encontros que deixaram uma impressão indelével em John Berger: Henri Cartier Bresson no metro de Paris, os gestos demorados de um estranho no café, uma travessia de ferry no Mediterrâneo, as palavras sussurradas por um prisioneiro, Barcelona a derreter ao sol de Verão - amigos e caminhantes com quem o autor se cruzou pelo mundo, pintando um fresco comovente da paisagem humana no fim do milénio. Imitando o fotógrafo com a sua câmara, John Berger segue, com palavras, «o impulso espontâneo de uma atenção visual perpétua, que capta o instante e a sua eternidade». Fotocópias (1996) - tiradas a algo que não nos pertence, a um original efémero ameaçado pela passagem do tempo, mas cuja imagem queremos conservar e recordar - captura com sensibilidade o que é fugaz, flashes ou revelações do trivial extraordinário, eternizando-os na página.
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    • Esther Kinsky Bazarov 2021 | 9789895479283 | 352 pp. Carregado de pungência e filigrana poética, Rio é uma ode à observação, ao efémero e à memória. Neste romance, que confirma Esther Kinsky como uma das mais interessantes vozes da literatura germânica, a narradora relembra os rios que encontrou na sua vida — desde o Reno até um riacho em Telavive — ao longo de uma série de longas e solitárias caminhadas, desdobrando-se suavemente numa prosa hipnótica, precisa e límpida.
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    • Valeria Luiselli Bazarov 2020 | 9789899025004 | 424 pp. Neste livro feroz e imaginativo de Valeria Luiselli, um casal parte com os dois filhos numa viagem de Nova Iorque ao Arizona. À medida que viajam para oeste, os laços e a intimidade começam a desgastar-se, a família desfaz-se, as crianças fogem. Uma obra de um virtuosismo literário de tirar o fôlego, Deserto Sonoro é oportuno, compassivo, formalmente inventivo — uma obra poderosa e urgente sobre o ser humano num mundo desumano e a linguagem enquanto agente da violência e da cura.
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    • 13.00
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    • César Aira Bazarov 2020 | 9789895479269 | 144 pp. É o último dia do ano num prédio em construção em Buenos Aires. Nele, Os Fantasmas flutuam nus, são presenças estranhas e ao mesmo tempo naturais na estrutura oca, desabitada e inacabada. Aqui, tudo acontece como se nada tivesse acontecido, como se tivéssemos em mãos uma história lenta, onde as cuidadosas descrições de César Aira nos levam a outra história que só entendemos quando terminado o livro e começado um novo ano.
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    • 14.50
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    • Gerald Murnane Bazarov 2020 | 9789895479245 Este romance é o retrato de famílias obcecadas com a terra e a herança, com a cultura e a mitologia, e de um homem que se aventura no seu mundo. As PLANÍCIES é um esboço de imaginação onde Gerald Murnane, considerado por muitos o maior escritor australiano da actualidade, convida não à leitura mas à meditação, uma fábula sobre o carácter mutável da vida que o leitor recordará não como algo que leu mas que possivelmente sonhou.