• Ser Moderno…Em Portugal Quick View
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    • Ernesto de Sousa Edições do Saguão 2021 | 9789895483174 | 316 pp. «O trabalho de organização desta colectânea de textos de José Ernesto de Sousa decorreu entre 1995 e 1997. A primeira publicação aconteceu pela mão da editora Assírio & Alvim em 1998 . Passados sensivelmente 23 anos, [...]as Edições do Saguão apresentam a presente reedição que acontece no centenário do nascimento de Ernesto de Sousa. Trata-se portanto, antes de mais, de uma homenagem [...] ao heterogéneo autor, designadamente na sua vertente reflexiva em torno de tópicos da crítica, da filosofia de arte, da estética ou daquilo a que vale a pena chamar uma política da arte [...] Estamos convictos de que para um conhecimento — muito mais vasto do que anteriormente — da obra de Ernesto de Sousa contribuiu no tempo adequado e em assinalável medida a primeira edição de Ser moderno… em Portugal. Organizadores e editores, estamos certos de que esta segunda edição fará com que a eficácia da publicação de…
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    • Herbário Júlio Dinis – Filices

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    • Júlio Dinis Documenta 2021 | 9789899006959 | 96 pp. José Tolentino Mendonça: «Esta Colecção dos Fetos, Equisetos e Lycopodios da Flora Madeirense é, naturalmente, um herbário, mas também é mais do que isso. Deve ser lido, para todos os efeitos, como um testamento.» Um abismo. O herbário é o memento mori de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, de Júlio Dinis. Espantar-nos-á sempre a emergência de objectos artísticos como este, na exacta medida em que sendo raros, escondidos, votados à escuridão, destinados a permanecerem ocultos, são-nos um dia revelados — fatalmente fora de tempo, já sem a mediação do seu autor — como uma aparição que consubstancia gestos secretos mas palpáveis. Fantasmagoria, objecto que releva quase da magia na forma como desafia as leis naturais e a passagem do tempo, feito pelas próprias mãos do escritor, do artista — sim, porque se trata de uma obra de artista e não de botânico —, as pranchas do Herbário de Júlio Dinis são o toque, o tacto que nos faltava…
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    • O Sono Desliza Perfumado

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    • O Sono Desliza Perfumado - Publicidade ilustrada Jorge Silva Abysmo 2018 | 9789895401802 | 240 pp. Do prefácio: "Pedaços de uma História da publicidade comercial sem princípio, meio e fim, revelam a vitalidade da ilustração portuguesa, a partir dos muitos milhares de páginas impressas que sustentaram os sonhos dos leitores e a independência de revistas, jornais e almanaques. Numa relação estreita com o jornalismo e as notícias, a publicidade sempre foi uma outra maneira de contar o Mundo. A viagem percorre, a alta velocidade, as primeiras seis décadas do século vinte, visitando anúncios que, se hoje nos fazem sorrir ou indignar, foram espelho fiel do seu tempo, cúmplices e motor do progresso tecnológico dos meios de reprodução, do desenvolvimento do comércio, indústria e cultura. Designers, pintores, ilustradores e arquitetos deram o melhor do seu talento à publicidade. Desenhada por mestres que amamos ou por artífices anónimos perdidos no tempo, passa por aqui alguma da melhor ilustração do século vinte." Organizados em torno…
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    • Sandra Leandro Minotauro 2020 | 9789725594155 | 384 pp. São raros os livros dedicados a mulheres artistas em Portugal. Oferecendo-nos uma notável antologia visual, esta obra vem contrariar essa escassez, reunindo um conjunto de estudos ímpares, resultantes de investigação realizada por autores prestigiados, que nos mostram o que de mais criativo se fez e vai fazendo. OS AUTORES: Sandra Leandro, Mariana Roquette Teixeira, Sandra Vieira Jürgens, Ana Raquel Gouveia, José-Luís Porfírio, Emília Ferreira, Raquel Henriques da Silva, Hilda Moreira de Frias, Isabel Nogueira, Maria João Gamito, Paulo Simões Nunes, Laura Castro. AS ARTISTAS ANALISADAS E RETRATADAS: Maria Augusta Bordalo Pinheiro, Ana Hatherly, Lourdes Castro, Helena Almeida, Ana Vieira, Maria Beatriz, Maria José Oliveira, Ana Jotta, Graça Pereira Coutinho, Luísa Cunha, Gabriela Albergaria, Cristina Mateus.
  • O que é arte? Uma conversa com Joseph Beuys Quick View
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    • O que é arte? Uma conversa com Joseph Beuys

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    • Volker Harlan Orfeu Negro 2021 | 9789899071063 | 272 pp. O conceito de arte tem de substituir o degenerado conceito de capital. A arte é, em boa verdade, o capital concreto, e isso tem de se tornar consciente. O QUE É ARTE? — UMA CONVERSA COM JOSEPH BEUYS traz-nos a voz de um dos mais influentes artistas do século xx. Joseph Beuys sintetiza nesta «conversa de oficina» (assim apresentada no subtítulo da edição alemã) alguns dos pressupostos centrais do seu trabalho, as motivações e percepções subjacentes ao conceito de «escultura social» e a sua concepção ampliada de arte. O diálogo — entre vários participantes e ao longo do dia 23 de Abril de 1979 — explora a ideia de uma arte indissociável de todas as formas de vida, baseada no pensamento crítico do capitalismo e da democracia, e engloba reflexões sobre ecologia, política e novas formas de dinheiro.
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    • Laocoonte ou sobre as fronteiras da pintura e poesia

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    • G. E. Lessing Antígona 2021 | 9789726083672 | 320 pp. Laocoonte arrancou-nos à desajeitada região da intuição para entrarmos nos livres territórios celestiais do pensamento. (Goethe) Laocoonte ou sobre as Fronteiras da Pintura e Poesia (1766), obra fundadora da estética moderna, moldou desde a sua publicação debates em torno da crítica e da teoria da percepção, influenciando áreas como a teoria da literatura e a história de arte. Estudo sobre o famoso grupo escultórico, provavelmente do século II a.C. — que retrata o suplício do sacerdote troiano e dos seus filhos, episódio narrado por Vergílio na Eneida —, Laocoonte foi um dos primeiros ensaios a abordar a natureza da poesia, como arte do tempo, e da pintura, como arte do espaço, traçando os seus limites, diferenças e domínios específicos, ao mesmo tempo que operou uma verdadeira libertação do ut pictura poesis horaciano.
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    • André Coelho Bestiário | 2021 Um álbum gráfico, a preto e branco, onde André Coelho nos deixa antever uma abstracta narrativa em que edifícios, paisagens e corpos aguentam a sua  perene sobrevivência de teor distópico e pós-humano. Dito de outra maneira: traço e deslembramento, poética da memória. Capa Dura 215 x 320 x 16 mm 176 pp.
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    • Escultura Negra

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    • Carl Einstein Orfeu Negro 2020 | 9789898868961 | 174 pp. Nos seus juízos de valor sobre o Negro, o Europeu reivindica um postulado: o da sua absoluta, ainda que ilusória, superioridade. ESCULTURA NEGRA, publicado pela primeira vez em 1915, é um texto audacioso e fundador na história da arte europeia. Desafiando preconceitos e equívocos, Carl Einstein produz a primeira análise crítica à escultura africana, libertando-a de todo o etnocentrismo e primitivismo, expandindo a própria noção de arte, até aqui propriedade do mundo ocidental. O seu ensaio, condensado e lapidar, apresenta uma visão plástica pura do espaço, que a arte africana exemplarmente sintetiza. É sobre esta imagem total que escreve Carl Einstein, justificando-se assim a reprodução de 94 objectos em 111 fotografias, sem qualquer legenda ou referência ao longo do texto. Escultura Negra tornou-se num sucesso inédito na sua época.
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    • Atlas Suzane Daveau

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    • Suzane Daveau Museu da Paisagem 2021 | 9789895449743 | 320 pp. A viagem de Suzanne Daveau começa em Paris, em 1925. É nessa cidade que, onze anos mais tarde, tira as primeiras fotografias. Seguia a prática do seu avô, e a sensibilidade de sua mãe. Os Alpes vão ser um destino frequente nas férias de juventude. Não desperdiça a oportunidade de ir trabalhar em África, na universidade de Dakar. Das mais altas montanhas da Europa para a orla do mais tórrido deserto. O seu amor por Orlando Ribeiro trá-la a Portugal. Aqui permanece. A vivacidade do seu olhar é a de uma mulher de uma inabalável determinação e curiosidade pelo conhecimento do mundo. O seu rosto, hoje, é o mapa que foi desenhando ao longo de décadas, ou o atlas, condensado, de uma singular beleza. Este Atlas Suzanne Daveau constitui, com a reedição de O Ambiente Geográfico Natural, um díptico que faz uma introdução sumária ao pensamento geográfico de Suzanne Daveau. São as suas palavras…
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    • Artistas, Artesãs, Pioneiras

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    • Artistas, Artesãs, Pioneiras: Conversas singulares entre mulheres extraordinárias Maria Antónia Fiadeiro Ed. Caixa Alta 2020 | 9789893305539 | 550 pp. «Sou jornalista. Os olhos que vêem as coisas são.» Artistas, Artesãs, Pioneiras é composto por quase cem conversas com personalidades da arte e da cultura nacional - como Ana Salazar, Maria Mendes, Hélia Correia, Maria Antónia Palla, Paula Rego ou Lídia Jorge -, com artesãs - como Etelvina Faria dos Santos, bordadeira, ou Irene Mourão, carpinteira - e com mulheres dedicadas às áreas há pouco tempo abertas à participação feminina - como Cândida Alves, a primeira carteira em Portugal, ou Maria Arsénia, jardineira pública. Trata-se de uma recolha de vozes, experiências, saberes, sonhos e lamentos com um valor histórico inestimável, que nos permite ver um reflexo das ambições, dos obstáculos e dos desafios da mulher na sociedade portuguesa no fim do século XX e inícios do século XXI. Este é um livro singular, fruto do olhar sensível e atento, quase íntimo, de Maria…
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    • José M. Rodrigues (Ph.05)

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    • José Manuel Rodrigues Imprensa Nacional Casa da Moeda 2020 | 9789722728188 Ph.05 José M. Rodrigues é um livro que percorre a obra deste fotógrafo, desde a sua produção recente e inédita com obras de 2020 até às primeiras fotografias do início dos anos 70 do século passado. O livro inclui o ensaio “Experimentar até ao limite” de Rui Prata onde se pode ler que «A obra de JMR espelha o personagem sedutor por essência, experimental por impulso, seduzido pela vida, que vivenciou grandes e pequenas paixões que lhe foram ditando o caminho. Duma quietude irrequieta, o seu fazer fotográfico carece de tempo para ver, refletir e construir.» Edição bilingue (português/Inglês)
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  • Doze Fronteiras — A raia luso-espanhola percorrida em toda a sua extensão Quick View
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    • Joaquim M. Palma Sistema Solar 2020 | 9789899006461 | 120 pp. Ecoando na esteira de todos os passos do viajante fronteiriço, um verso do poeta José Tolentino Mendonça: «Não ames viagens que reduzam a estranheza». Realidades humanas e paisagísticas emudecedoras existentes nos confins dos dois países ibéricos, culturas ancestrais remotas engolidas pelos buracos negros da desolação e abandono numa galáxia rural já nos umbrais do não-retorno, beleza intemporal frágil, marcas predatórias ferozes — eis algumas das faces de uma geografia precária e em fuga encontrada durante uma sentida viagem ao longo da fronteira entre Portugal e Espanha. Ecoando na esteira de todos os passos do viajante fronteiriço, um verso do poeta José Tolentino Mendonça: «Não ames viagens que reduzam a estranheza». E estranheza houve. Ou não fosse a linha de fronteira ela própria já uma coisa estranha. O livro que o leitor tem neste momento entre mãos não foi concebido para uso turístico. Não tem mapas com a indicação de pontos de…
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    • Rui Pires Cabral não (edições) 2020 | 9789895440092 | 112 pp. Esta é a segunda obra da chancela FORA DE COLECÇÃO da não (edições), dedicada a livros singulares. Nesta chancela serão publicadas obras fora de circulação, poesia reunida ou seleccionada, livros-objecto ou múltiplos, entre outros com características e materialização peculiares, que exploram/questionam relações texto-imagem ou o próprio suporte ‘livro’.
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    • Ozu

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    • Donald Richie The Stone and The Plot 2020 | 304 pp. O primeiro grande estudo da obra de Yasujiro Ozu no ocidente e, à sua data, o mais completo. Donald Richie reconstrói cronologicamente o processo de criação do cineasta japonês, analisando primeiro a escrita do argumento, depois a fase de rodagem e, por fim, a montagem. Em cada um destes capítulos, fotogramas, fotografias de cena e de trabalho, e, acima de tudo, fotografias de argumentos e desenhos originais durante a fase de escrita ilustram as ideias de Richie.O último capítulo, filmografia biográfica, dá-nos também o retrato de Ozu enquanto ser humano. Assim “Ozu”, de Donald Richie, é a vida e obra de Yasujiro Ozu.
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    • Duarte Belo Museu da Paisagem 2020 | 9789895449729 | 320 pp. Depois da estrada é o relato de uma viagem entre a Serra do Larouco e os arenitos recortados da praia da Coelha, não longe de Albufeira, no Algarve. O itinerário foi feito de carro com meios reduzidos ao mínimo essencial, durante cinco dias contínuos, de sol a sol, sem qualquer desvio para abastecimento alimentar. As noites foram passadas no campo, junto à estrada. O objetivo foi percorrer paisagens que estão longe de tudo, longe das cidades, longe do mar, longe dos eixos de desenvolvimento urbano do país, longe de monumentos ou de lugares turísticos, longe de Espanha. No fundo, percorrer um Portugal pouco povoado e ir compondo um retrato dessa realidade.